terça-feira, 21 de agosto de 2018
Paróquia Nossa Senhora das Dores - UVA: PALAVRA DO PÁROCO
Paróquia Nossa Senhora das Dores - UVA: PALAVRA DO PÁROCO: A MAIOR VOCAÇÃO É O CHAMADO À SANTIDADE Filhos caríssimos, no mês em que a Igreja celebra e reflete mais intensamente acerca das voca...
NOSSAS CAPELAS
quinta-feira, 14 de junho de 2018
segunda-feira, 4 de junho de 2018
HOMILIA NO 7º ANIVERSÁRIO DE ORDENAÇÃO
Hoje, no dia em que
celebramos o Dies Domini - dia do Senhor -, recordamos que foi num domingo que
Cristo venceu todas as forças do mal e ressuscitou, também celebro ação de
graças por sete anos de Sacerdócio, sete
anos que subi ao altar do Senhor, aproveito, portanto, para fazer algumas
considerações (a partir de um texto de Dom Murilo S. R. Krieger, Arcebispo primaz
de São Salvador-BA), principalmente em vista do trabalho aos domingos bem como
acerca do sacerdócio:
A Ressurreição de Jesus aconteceu no primeiro dia da semana, quando ele apareceu glorioso a seus discípulos e discípulas. Por isso, os apóstolos e as primeiras comunidades cristãs passaram a chamar esse dia de "domingo", "Dies Domini", dia do Senhor, e os primeiros cristãos passaram a reunir-se sempre no primeiro dia da semana, "o dia do senhor", para celebrarem a presença do Ressuscitado em meio à comunidade e para partilharem seus bens entre os necessitados.
Os primeiros cristãos mudaram, assim, o sagrado costume judaico de santificar o dia de sábado. A informação bíblica de que Deus descansou no sétimo dia, abençoando-o e santificando-o, mostra a clara intenção de marcar o shabbat como dia consagrado ao repouso e ao culto religioso. Oprimidos como escravos, primeiramente no Egito e, depois, no exílio, sob o domínio da Babilônia, os israelitas aprenderam de Javé que há uma relação intrínseca entre fé e vida. Crer em Javé é sinal de vida e de liberdade. O sábado tornou-se, então, sinal máximo dessa relação: a fé no único senhor e libertador é garantia da preservação da vida pessoal e comunitária. O desrespeito ao sábado, ao contrário, era sinal de idolatria, de ganância, de exclusão dos pequenos, de opressão do povo trabalhador. Guardar o sábado era crer em Deus e garantir a vida. Não guardar o sábado levava à descrença e à morte do povo.
A santificação do sétimo dia para o povo judeu, prescrita no Antigo Testamento, passou, por disposição dos Apóstolos, a ser praticada no primeiro dia da semana, o domingo, dia santificado dos cristãos. Ao longo de vinte séculos de história, a Igreja Católica, juntamente com as outras igrejas cristãs, sempre reconheceu o particular sentido sagrado desse dia, vendo nele a Páscoa da semana, que torna presente a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte. Domingo é dia do Senhor, que nos quer todos reunidos para participar da Eucaristia, ouvir sua Palavra e celebrar a ação de graças. O domingo é, enfim, o dia da vida, da festa, da alegria. Domingo não é um feriado, mas um dia santificado. No feriado, cada um faz o que quer. No domingo, deve-se fazer o que Deus quer. Esse é o sentido do terceiro mandamento: guardar e santificar o dia do Senhor.
Certos segmentos da comunidade querem transformar o domingo em um dia a mais, melhor que os outros, para se fazer dinheiro. O Cristão deve manifestar sua posição contrária ao propósito dos que pressionam para que se permita o funcionamento de estabelecimentos comerciais no domingo. Essa medida representa prejuízo para o justo descanso e para o cumprimento das obrigações religiosas dos funcionários desses estabelecimentos, elo mais fraco da cadeia produtiva.
Diante do exposto acima, tomo o direito de expor aqui algumas sugestões:
- aos governantes de nossos municípios, que façam observar o descanso semanal em dia de domingo;
- aos vereadores, que não aprovem projetos de lei que facilitem a abertura do comércio aos domingos;
- aos donos de casas comerciais, que não abram suas lojas aos domingos;
- aos fiéis católicos, cuidemos para não fazer do domingo dia de compras em shoppings centers, supermercados e lojas comerciais;
- a todos os cidadãos e cidadãs, que acreditem na força libertadora da fé no Deus da vida e cuidem para não se deixarem vender ao deus do mercado.
Nesses 7 anos de sacerdócio, com alegria digo, 50% foram vividos
aqui, nos quais tenho crescido muito e aprendido a ser padre, pastor. Aproveito
para partilhar uma palavra aos jovens e às jovens no sentido de recordar-lhes
que é bela a vocação, o chamado ao Sacerdócio e à Vida Consagrada,
recordar-lhes que o Sacerdócio e a Vida Consagrada são também formas concretas
de realização pessoal; que a consagração total ao Senhor e ao seu Evangelho
traz muita alegria, não sem incompreensões e, às vezes, perseguições, mas foi
Jesus mesmo quem nos garantiu: “Em verdade vos digo: todo aquele que
deixa casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos e campos, por causa de mim e do
Evangelho, recebe cem vezes mais agora, durante esta vida — casas, irmãos,
irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições — e, no mundo futuro, vida
eterna” (Mc 10,29). Assim, Jesus não nos engana, não nos garante uma
vida fácil, sem dificuldades, sem tribulações e sem perseguições, mas nos
garante: “No mundo tereis tribulação, mas tende coragem, eu venci o
mundo” (Jo 16,13).
É belo ser sacerdote, é bela a vocação sacerdotal, mesmo sabendo
que o nosso chamado se deu sem mérito algum de nossa parte e que agora, mesmo
não conseguindo fazer tudo como nos pede o Senhor conforta-nos a palavra de São
Leão Magno, Papa, no seu Sermão III de Natal: “Se nos sentimos fracos e
lentos no cumprimento das obrigações do nosso cargo, quando desejamos proceder
com entusiasmo e coragem, somos impedidos pela fragilidade de nossa condição,
gozamos, porém, da incessante proteção do onipotente e eterno Sacerdote que,
semelhante a nós e igual ao Pai, fez a divindade descer até a nossa condição
humana, elevando o homem à condição divina. Alegramo-nos, então, com a justiça
e a santidade pelo que ele estabeleceu: embora tendo delegado a muitos pastores
o cuidado de suas ovelhas, nunca abandonou ele próprio a guarda do seu rebanho” (Liturgia
das Horas, Comum dos Pastores). Sim, através dos pastores colocados hoje à
frente das comunidades, é o Senhor mesmo que conduz o seu povo. Conforta-nos
saber que é Cristo, o Bom pastor, que age através de nós e que por isso, “nós
nos apresentamos como vossos servo por causa de Cristo Jesus, Senhor” (2Cor,
45).
Hoje, mais uma vez, com satisfação,
confirmo o meu “sim” a Deus que me chamou
“pelo nome” e à Igreja que me escolheu para o Ministério Sacerdotal, me
permitindo subir ao altar do Senhor, e a Ele oferecer meu louvor.
quarta-feira, 23 de maio de 2018
HOMILIA NO JUBILEU DE PRATA DA COMUNIDADE SANTA RITA DE CÁSSIA
Caros filhos e filhas da Comunidade de Santa Rita de Cássia e demais comunidades, Povo de Deus, sal da terra e luz do mundo!
A Comunidade Santa Rita, após três dias de retiro preparatório, acolhe hoje com alegria todos para a grande Festa de sua Padroeira Santa Rita de Cássia na celebração de seu jubileu de prata, 25 anos de evangelização, para a glória de Deus Pai. Estiveram presentes durantes estes dias as Comunidades de nossa Paróquia, e nossos irmãos frei Cristóvão, Pe. Ronaldo, e pe. José Carlos que os ajudaram a refletir em nossa caminhada de fé, com os temas propostos pela liturgia diária. No domingo, participamos dum almoço promovido pela comunidade, ontem a fraternização/partilha após a Missa, celebrando a comunhão, a convivência!
Hoje, 22 de Maio, celebramos o dia próprio consagrado a Santa Rita. Na Eucaristia celebrada a importância de permanecermos sempre na presença do Senhor.
Neste mesmo dia, há sete anos, ocorreu em Salvador-BA a beatificação da Irmã Dulce, reconhecida pelo seu imenso trabalho de serviço à caridade a todos, quando o Papa emérito Bento, convidava-nos a unirmos em oração pela beatificação desta mulher conhecida por todo o Brasil como “a mãe dos desamparados”. Santa Rita e Irmã Dulce: uma leiga e uma religiosa, contextos e épocas diferentes mas que expressam a mesma fé, fazendo de suas vidas um testemunho do Evangelho. Elas são para nós hoje um sinal, de que o caminho da santidade e a busca de Deus e a construção de seu Reino não são coisas impossíveis de serem concretizadas.
Vamos buscar, à luz da Palavra de Deus que acabamos de ouvir, iluminação para viver o Evangelho de Jesus Cristo, a exemplo de Santa Rita de Cássia e de Irmã Dulce.
O coração humano está, muitas vezes, pulsando por realizações maiores, e não há problema nenhum em querermos nos superar, em querermos dar o melhor de nós, podermos, realmente, evoluir naquilo que fazemos e realizamos. Problema é quando queremos rivalizar com o outro, quando deixamos o nosso coração competir com o outro. Não precisamos competir com ninguém, passar por cima de ninguém, não podemos nos sentir superiores nem mais importantes que ninguém. Também não vale o complexo de inferioridade: “Eu sou coitado. Sou menos importante. Sou sempre o menor”. Somos o que somos e damos o melhor de nós para superarmos nós mesmos. Isso, com certeza fizeram, muitos dessa comunidade nesses 25 anos.
Os discípulos estavam discutindo no caminho quem era o maior e o mais importante, quem estava à direita do Senhor, quem ocupava o primeiro lugar. São discussões vãs que não levam a nada.
Muitas vezes isso leva o nosso coração ao desânimo, ao senso da competição, do êxito que nos leva à vaidade ou do fracasso que nos leva à depressão. O mais importante é nos mantermos na presença do Senhor Nosso Deus com serenidade, humildade, fazendo sempre o melhor que devemos fazer. É para Ele e para honra e louvor de Seu nome que fazemos!
Se precisarmos ocupar o último lugar, que demos o melhor de nós. Se estivermos na frente, que tenhamos a mesma humildade de quem está no último lugar. Nunca nos sintamos mais importantes, mais valorizados e prestigiados, porque esses são conceitos mundanos, não são conceitos evangélicos. No Evangelho, o que vale, o que faz com que o nosso coração permaneça na bênção de Deus é não buscarmos ser melhores, mais importantes nem superiores a ninguém. Isso nos fará irmos a 50, 100... tantos outros anos mais!
Busquemos irmãos e irmãs, seguir Jesus que é caminho para o Pai, que nos revela a verdade e que nos concede a vida em plenitude, como fez Santa Rita de Cássia. Deixemos que seu exemplo, e o exemplo de Irmã Dulce e tantos outros homens e mulheres que santificaram suas vidas, nos ajude a permanecer neste caminho.
BENÇÃO DAS ROSAS Ó Deus, criador e conservador do
gênero humano, supremo doador das graças espirituais, que concedeis generoso a
salvação: Dai a vossa benção a estas rosas, que nós, os devotos de Santa Rita,
vos apresentamos, pedindo que abençoeis. Por elas sejam curadas todas as
enfermidades das pessoas que a usarem, trouxerem consigo, conservem em casa ou
em qualquer lugar, e devotamente as guardarem. Por Nosso Senhor Jesus Cristo,
na unidade do Espírito Santo. Amém
terça-feira, 1 de maio de 2018
PALAVRA DO PÁROCO
Filhinhos caríssimos,
Jesus Cristo ressuscitado permanece conosco, aleluia, glória a de Deus Pai. Ele
abençoe a você e sua família! Iniciamos o mês de maio, mês que a Igreja confia
à Maria Santíssima, de forma especial! Iniciamo-lo com a festa de São José
Operário, padroeiro dos trabalhadores, de quem pedimos a intercessão pelos
tantos desempregados de nossa região!
A ideia de um mês
dedicado especificamente a Maria remonta aos tempos barrocos – século XVII.
Apesar de nem sempre ter sido celebrado em maio, o mês de Maria incluía trinta
exercícios espirituais diários em homenagem à Mãe de Deus.
Foi nesta época que
o mês de maio e de Maria combinaram, fazendo com que esta celebração conte com
devoções especiais organizadas cada dia durante todo o mês. Este costume durou,
sobretudo, durante o século XIX e é praticado até hoje. As formas nas quais
Maria é honrada em maio são tão variadas como as pessoas que a honram.
As paróquias
costumam rezar no mês de maio uma oração diária do Terço e muitas preparam um
altar especial com um quadro ou uma imagem de Maria. Além disso, trata-se de
uma grande tradição a coroação de Nossa Senhora, um costume conhecido como
Coroação de Maio.
No dia cinco (05) a
Comunidade São Francisco, do Rio d’Areia, realiza no pavilhão da Paróquia
Senhora do Rocio um grande bingo na ânsia de poder continuar dar início às
obras de reforma do centro catequético-pastoral. Participemos! De 19 a 22,
realizaremos o tríduo e festa de Santa Rita de Cássia, na comunidade homônima,
ocasião em que a comunidade celebra seu jubileu de prata na ação
pastoral-evangelizadora! Na Matriz Senhora do Rocio, no dia 27 teremos o III
Congresso Mariano, para o qual convidamos todos os movimentos marianos e
devotos de nossa Senhora. E encerramos o mês, dia 31, com a solenidade de
Corpus Christi, quando os católicos somos incentivados a adorar o pão e o vinho da eucaristia, que são a manifestação física de Jesus na terra, pois seu objetivo
é comemorar a instituição da santa ceia por Jesus.
A festa é marcada por
procissões pelas ruas com o pão da eucaristia. Em ambas as matrizes, Senhora do
Rocio e das Dores, somos motivados à confecção dos tapetes desde a manhã, para
após a Santa Missa das 15h, em procissão solene, nosso Senhor Eucarístico
percorrer e abençoar as nossas famílias, nossos bairros, nossa cidade.
Nos três últimos domingos (13,20 e 27)
celebramos, respectivamente, as festas da Ascensão
(no final do caminho percorrido no amor e na doação, está a
vida definitiva, a comunhão com Deus, Jesus sobe ao céu), Pentecostes (o envio do Espírito Santo à Igreja. A partir da Ascensão de Cristo, os
discípulos e a comunidade não tinham mais a presença física do Mestre. Em
cumprimento à promessa de Jesus, o Espírito foi enviado sobre os apóstolos.
Dessa forma, Cristo continua presente na Igreja, que é continuadora da sua
missão) e Santíssima
Trindade (mistério central da fé e da vida
cristã. Deus se revelou como Pai, Filho e Espírito Santo. Foi Nosso Senhor
Jesus Cristo quem nos revelou esse mistério. Ele falou do Pai, do Espírito
Santo e de Si mesmo como Deus.), concluindo, de tal forma, o tempo das
bênçãos pascais. Lembremos que no dia 20, teremos no Rocio, o almoço festivo da
Comunidade Santa Rita de Cássia, precisamos concluir o pagamento da reforma de
nossa igreja.
Nas intenções desse mês
o Papa Francisco, propõe aos fiéis leigos são exortados a realizarem
a sua missão específica colocando a sua criatividade ao serviço dos desafios do
mundo atual.
Que pela intercessão da
Senhora do Rocio, a Mãe das Dores, Deus vos abençoe e vos guarde! Até o mês que
vem, para glória de Deus Pai!
Frei
Antoniel,MsS
segunda-feira, 2 de abril de 2018
PALAVRA DO PÁROCO
Filhos caríssimos, Jesus Cristo ressuscitou, aleluia, para a glória de
Deus Pai. Ele abençoe a você e sua família! Estamos nesse início de mês até o
domingo (08) ainda a gozar das alegrias pascais na que chamou-se oitava da
páscoa “primeira semana destes cinquenta dias até Pentecostes,
considerada como se fosse um só dia, ou seja, o júbilo do Domingo de Páscoa é
prolongado durante oito dias” concluindo com o Domingo da Divina Misericórdia,
segundo a disposição de São João Paulo II durante seu pontificado, depois da
canonização da sua compatriota Faustina Kowalska, pois é neste domingo que a
Igreja celebra a Instituição da Sagrada Confissão (= Sacramento da Penitência),
que Jesus instituiu no mesmo dia de sua Ressurreição. Aparecendo aos Apóstolos
reunidos no Cenáculo – no domingo da Ressurreição – Jesus disse: “Recebei o
Espírito Santo, aqueles a quem perdoardes os pecados, os pecados lhes serão
perdoados; aqueles a quem não perdoardes os pecados, os pecados não serão
perdoados” (Jo 20,22). Eis que peregrinamos até o Monte Calvário, junto a nosso Senhor Jesus, e,
experimentamos junto d’Ele das alegrias da ressurreição!
Nesse mês, dia 07, os nossos catequistas e crismandos
da Paróquia do Rocio iniciam um projeto catequético-missionário pela comunidade
Santa Luzia, que seja um momento de despertar o ardor para vida de comunidade
no anúncio das alegrias de ser de Deus e de sua Igreja, visto que “a visão
missionária da Igreja é a mesma recebida pelos Apóstolos no dia da Ascensão do
Senhor, no monte da Galileia: “Vão e façam com que todos os povos se tornem
meus discípulos” (Mt 28, 19). Esta missão tem sido possível realizar porque
carrega consigo a promessa do mesmo Senhor Jesus: “O Espírito Santo descerá
sobre vocês, e dele receberão força para serem minhas testemunhas... até os
extremos da terra” (At 1, 8)”
Teremos também o “retiro de carnaval” que dada a
morte de Dom Agenor, adiamos para o domingo (15). E no domingo (22) as
celebrações do dia de oração pelas Vocações, pois “não estamos
submersos no acaso, nem à mercê duma série de eventos caóticos; pelo contrário,
a nossa vida e a nossa presença no mundo são fruto duma vocação divina. Também
nestes nossos agitados tempos, o mistério da Encarnação lembra-nos que Deus não
cessa jamais de vir ao nosso encontro: é Deus conosco, acompanha-nos ao longo
das estradas por vezes poeirentas da nossa vida e, sabendo da nossa pungente
nostalgia de amor e felicidade, chama-nos à alegria”. Ainda teremos o almoço
beneficente da catequese nesse mesmo 22 e na conclusão do mês, de 28-30, o
tríduo de São José Operário, nosso co-padroeiro, com participação das capelas e
no dia 01.05 – Missa solene com bênção das carteiras de trabalho. Também a
paróquia do Rocio sediará mais uma vez a assembleia diocesana da pastoral da
pessoa idosa que busca, com muitos desafios, “assegurar a dignidade e a valorização integral das pessoas
idosas, através da promoção humana e espiritual, respeitando seus direitos, num
processo educativo de formação continuada destas, de suas famílias e de suas
comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo
religioso ou político, para que as famílias e as comunidades possam conviver
respeitosamente com as pessoas idosas, protagonistas de sua autorrealização”.
Nas intenções do Papa
Francisco para esse mês, propostas aos membros do Apostolado da Oração, somos
exortados a rezar para que os
responsáveis pelo planeamento e pela gestão da economia tenham a coragem de rejeitar
uma economia da exclusão e saibam abrir novos caminhos.
Que a Senhora do Rocio,
a Mãe do nosso Cristo ressuscitado, vos abençoe e vos guarde e que tenhamos uma
frutuosa páscoa verdadeiramente fincada na fé naquilo tudo que Deus, em Jesus,
fez e continua fazer por nós! Até o mês que vem, para glória de Deus Pai!
Frei
Antoniel,MsS
Assinar:
Postagens (Atom)






























