sábado, 16 de setembro de 2017

Retiro dos Coroinhas

Nos dias 09 e 10 de setembro o de 2017 aconteceu  em nossa Paróquia o Retiro anual dos Acólitos e Coroinhas. Sendo 27 encontristas entre crianças e jovens que compõem nossa pastoral, no sábado, dia 09, foram trabalhados a  espiritualidade, dinâmicas, filmes, recreação e adoração ao Santíssimo.
No Domingo dia 10 foram trabalhados orações, dinâmica e encerrando com uma confraternização entre os encontristas e seus pais.
 
 
 



I Encontro de Casais Paroquial

No último dia 27 de agosto realizamos em nossa paróquia um primeiro encontro com casais, com atenção aos de segunda união! Tivemos a participação de nove casais.

"Divorciados em segunda união

Tendo em vista que mudanças doutrinais não são possíveis na Igreja Católica, o pontífice opta por manter o tom pastoral em seu texto.  “Nem todas as discussões doutrinárias devem ser resolvidas com intervenções magisteriais”, diz Francisco. Alguns analistas, contudo, afirmam que a exortação é mais flexível no que diz respeito à situação dos católicos que contraem um segundo casamento civil  do que documentos anteriores da Igreja. “Apesar de não citar explicitamente a admissão à eucaristia no texto, em uma nota se faz referência aos sacramentos. Francisco explica que não é possível fixar regras canônicas gerais, válidas para todos, então o caminho é o do discernimento caso por caso”, explicou o vaticanista Andrea Tornielli no site Vatican Insider.
“Não existem receitas simples”, reconhece Francisco em seu texto. O pontífice argentino, que cita os grandes escritores latino-americanos Jorge Luis Borges, Octavio Paz e Mario Benedetti, além do psicanalista Erich Fromm, pede que se evite julgamentos que “não levem em consideração a complexidade” das situações. “Não é possível dizer que todos os que se encontram em alguma situação chamada ‘irregular’ vivem em uma situação de pecado mortal”, afirma o pontífice, que também reforça o fato de que divorciados em segunda união não estão excomungados.
Para a vaticanista Mirticeli Medeiros, Francisco não aderiu integralmente a nenhuma das duas alas da Igreja que defendiam posturas conflitantes durante o Sínodo, simbolizadas principalmente pelos cardeais alemães Kasper (defensor da liberação completa da comunhão aos recasados) e Muller (contrário às mudanças). “Não houve mudanças do ponto de vista canônico, como o papa bem sublinhou. Segundo ele, uma norma canônica não poderia ser promulgada, uma vez que cada caso é um caso e não se pode tratá-los da mesma forma”, disse a jornalista, que acompanhou a conferência em Roma. Mirticeli destaca que o texto é bem diferente do que foi proposto pelo cardeal Kasper, que propunha um possível “caminho penitencial” que, na prática, daria acesso indiscriminado a todos os divorciados em segunda união à comunhão eucarística. “O papa não foi nem pró-Kasper, nem pró-Muller. Ele indicou um caminho a partir daquilo que ele considera uma pastoral viva e concreta com os casais em segunda união”."

Momentos da Visita Pastoral

A Visita Pastoral é a visita por excelência do Pastor da Igreja local e sucessor dos Apóstolos que, por isso, nos merece a maior reverência, permite reconhecê-lo claramente como o pregador do Evangelho, o pastor, o doutor, o grande sacerdote do rebanho. À Visita Pastoral ordinária estão sujeitas as pessoas, as instituições católicas, as coisas e os lugares sagrados, que se encontram dentro dos limites da Diocese (CIC 397).
 
  A Visita Pastoral é obra apostólica, acontecimento de graça, que reproduz a imagem daquela singular e verdadeiramente admirável visita pela qual «o Príncipe dos Pastores» (l Ped 5, 4), Bispo das nossas almas (l Ped 2, 25), Cristo Jesus, visitou e realizou a redenção do Seu Povo (cf. Lc l, 68).

 
  Pela Visita Pastoral, o Bispo apresenta-se como visível princípio e fundamento da unidade na Igreja particular que lhe está confiada (cf. LG 23). É uma oportunidade do nosso Bispo trazer conforto e estimulo aos obreiros do Evangelho, de ver com os seus próprios olhos as dificuldades da evangelização e do apostolado, de verificar o plano de acção pastoral orgânica, de chegar até aos corações dos irmãos, de estimular energias talvez enfraquecidas e, finalmente, de chamar todos os fieis à consciência de si mesmos e à mais diligente atividade apostólica. A Visita Pastoral destina-se mais a ajudar do que a julgar.
 
 
 
Tendo sempre diante dos olhos a figura de Jesus Bom Pastor, o Bispo apresenta-se não em «sublimidade de linguagem» (l Cor 2, 1), nem se vangloriando em palavras e obras, mas animado do espírito de Jesus Cristo e como imitador da Sua humildade, benignidade, disponibilidade e arte de ouvir e atrair os ouvintes; a finalidade da Visita Pastoral é «procurar as almas necessitadas de amor generoso e de direção segura; procurar a Igreja para que seja verdadeiramente Igreja», isto é, Povo de Deus.
 


terça-feira, 1 de agosto de 2017

PALAVRA DO PÁROCO

“Eis que venho fazer com prazer a vossa vontade Senhor...”, com esse versículo do Salmo 39 iniciamos esse nosso encontro no mês de agosto, mês no qual a Igreja dedica-se à promoção vocacional. Começamos o mês com a memória de Santo Afonso Maria de Ligório, fundador dos Missionários Redentoristas e no primeiro domingo, na festa da Transfiguração celebramos a vocação sacerdotal – o dia do padre, dada a memória de são João Maria Vianney no dia quatro, patrono dos padres. A festa da Transfiguração é a que traduz profundamente a teologia da divinização do homem. No Tabor Cristo transforma a natureza humana, escurecida em Adão, revestindo-a com o seu esplendor. De forma concreta se percebe que Cristo não se despe de sua divindade, mas, reveste a humanidade de sua glória.
Abraçamos a todas as nossas famílias e para as quais rogamos as bênçãos de Deus na Semana Nacional da Família de 13 a 19, a partir do tema "Família, uma luz para a vida em sociedade". A família é uma comunidade privilegiada, chamada a realizar “uma carinhosa abertura recíproca de alma entre os cônjuges e também uma atenta cooperação dos pais na educação dos filhos”.
No fim de semana de 18-20 a paróquia Senhora do Rocio se alegra com a presença de nosso pastor – Dom Agenor – por ocasião de sua visita pastoral,visita que o Bispo realiza oficialmente às paróquias e comunidades que fazem parte de sua Diocese e que acontece em períodos uniformes em um gesto de comunhão e unidade com toda a igreja de Jesus Cristo. Esta visita tem como objetivos: Proporcionar ao Pastor a oportunidade de estar em meio ao seu rebanho, assim, ter a oportunidade de conhecer melhor àqueles que pastoreia; ajudar a comunidade visitada a resolver quaisquer dificuldades que possam haver na área religiosa e/ou administrativa; corrigir e chamar atenção se presumir que algo está em desacordo com as normas da Igreja Universal e/ou Diocesana; oportunizar o encontro entre todos os membros que estão a serviço da paróquia; celebrar com a comunidade, orando a Deus por ela. Com isso, a Visita pastoral torna-se um momento de festa e alegria para os cristãos.
Também no dia vinte a Paróquia das Dores realiza um almoço vocacional em prol das vocações em nossa igreja diocesana e instituto, pois toda a Igreja é responsável por rezar e animar e promover as vocações.
Já na nossa paróquia do Rocio, faremos realizar no dia 27 o I Encontro de Casais, quando marido e mulher têm a oportunidade de refletir sobre vários aspectos da vida conjugal. Nos domingos vinte e vinte e sete, na temática mensal das vocações recordamos, respectivamente, a vocação à vida religiosa consagrada e a vocação do catequista.
Nesse mês de agosto, junto aos membros do Apostolado da Oração, com a proposição do Papa Francisco, rezamos pelos artistas do nosso tempo, para que, através de vossas obras, ajudem todas as pessoas a descobrir a beleza da criação.
Celebremos intensa e ativamente toda a liturgia que esse mês de agosto nos propicia! Imitando o sim de Maria, façamos tudo que o Senhor Jesus nos disser!
Até mês que vem!
Frei Antoniel,MsS
Deus lhe abençoe e lhe guarde!

quarta-feira, 26 de julho de 2017

O que é ser coroinha?



 
 
 



Desde uma tenra idade estes adolescentes são convidados a doar tempo da sua vida em testemunhar Jesus Cristo e viver em intimidade com Ele no serviço ao altar, nas celebrações eucarísticas. São convidados a dar testemunho da sua missão também na família, na escola, no grupo de catequese e assim por diante.
Ser coroinha é algo muito importante, pois se presta um serviço à Igreja, ao sacerdote e, principalmente, a Deus. O coroinha ou a coroinha ajudam o padre a celebrar a missa e outras cerimônias da igreja, em toda a sua liturgia. O acólito tem a seu cargo todas as tarefas da missa, que embora podendo ser realizadas pelo celebrante ou por até um ministro, desde que esse esteja devidamente preparado.
As tarefas de um acólito podem ir desde a correta preparação do altar, ao correto manuseamento do missal romano, todo o trabalho a realizar na credência, recepção das oferendas, etc. e também - em celebrações mais solenes – o manuseamento do turíbulo, o transporte da Cruz, das velas e do Evangelho ou todas as demais tarefas que ‘aparecem ocasionalmente’ devido o tempo Litúrgico que se vive.

Responsabilidade dos Coroinhas  
1.- Participar das reuniões; missas e demais compromissos assumidos.
2.- Seja pontual. Chegue a tempo para as reuniões e celebrações.
3.- Seja organizado. Esteja sempre limpo, cabelo penteado e presos, calçados e roupas bem arrumados.
4.- Seja cuidadoso com as coisas da igreja e do altar.
5.- Trate dos paramentos e objetos litúrgicos com respeito como objetos destinados ao culto divino.
6.- Seja humilde e preste atenção ao que lhe for ensinado.
7.- Durante os atos litúrgicos evite conversas, risos ou brincadeiras (durante as celebrações evitar circulações no presbitério).
8.- Cultive o gosto pela oração e leia um trecho da Bíblia cada dia.
9.- Dedique-se ao estudo da liturgia, a fim de celebrar cada vez melhor.
10.- Observe o silêncio na igreja e na sacristia. E mantenha a concentração, principalmente antes de começar o ato litúrgico.

O que é preciso para ser coroinha?
Basta ter boa vontade
Ser disponível para Deus e para sua comunidade.
Esforçar-se para ser bom, procurando viver o que Jesus viveu.
O que se exige de um coroinha?
- Chegando ao templo: Ao chegar a Igreja, o coroinha deve dirigir-se à capela do Santíssimo Sacramento, ou ao altar em que o sacrário contempla Jesus sacramentado. Aí deve fazer uma genuflexão e permanecer em oração por alguns instantes, numa conversa com Jesus Cristo. Só então ele deverá dirigir-se à sacristia, para iniciar as atividades da celebração.
Do coroinha exige-se piedade, postura, respeito para com os ministérios, respeito para com o sacerdote, e atenção para com os fiéis da assembleia, respeito com o templo.
Juntos os coroinhas formam um grupo muito importante, no qual poderão encontrar união, compreensão, confiança e estima, coisa de que tanto precisam. O Pároco deverá, dentro do possível, acompanhar cada um deles em sua realidade pessoal, ajudando-os no que for possível. Ser coroinha exige responsabilidade, e devem assumir todos juntos, e cada um em particular, com amor, este serviço a Cristo e sua Igreja.
O que o coroinha deve conhecer?
A santa missa, parte por parte
Os lugares da igreja
Os livros sagrados
Os utensílios usados na celebração
As vestes litúrgicas
Seguir o que a igreja ensina