segunda-feira, 24 de julho de 2017

Posse do novo Conselho da Santa Luzia

Posse do novo Conselho da Santa Luzia, 23 de julho de 2017

Termo de Compromisso junto à Igreja

 -          Caros filhos, com alegria que os acolho para, pela propagação do Evangelho, cumprirmos nossa missão batismal frente à ação evangelizadora nesta comunidade Santa Luzia. Vossos trabalhos devem ser frutos do encontro pessoal com Jesus. Por isso, eu pergunto:
 v  Vocês estão dispostos a servir a Igreja como fiéis colaboradores na ação catequético-litúrgica e demais frentes de ação pastoral?
v  Estamos!
 Oração da bênção (impõe as mãos e, em seguida, asperge)
Pai todo-poderoso, Deus da vida, da concórdia e da resistência nos dê a graça de vivermos em fraterna comunhão e fervorosos no serviço do seu povo. Derrame sobre vós a sua benção em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. R/.  Amém.
 Oração (todos)

"Senhor, diante ações de sua Santa Igreja, devo ter consciência de minhas responsabilidades como membro desse Conselho para o qual fui chamado. Reconheço minhas limitações, mas, humildemente, junto com meus irmãos de missão e sob a orientação de nosso pároco, busco o consenso para alcançar o firme propósito de sermos fiéis anunciadores do Evangelho através do serviço que nos fora confiado. Senhor, despido do egoísmo, quero crescer, fazendo crescer, também, os que me cercam e que são a razão de minha escolha para esse serviço. Senhor, administre o meu coração para que ele siga o caminho do bem, pois, a mim caberá realizar obras sadias para tornar vossa Igreja cada vez melhor e mais humana."
  



sexta-feira, 14 de julho de 2017

Orientações da CNBB sobre as hóstias sem glúten

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil divulgou suas “Orientações Pastorais sobre o acesso das pessoas celíacas à Comunhão Eucarística”.
 No texto, a CNBB afirma que é importante que bispos, presbíteros, diáconos e ministros extraordinários 
da comunhão eucarística tenham conhecimento a respeito desta doença e tomem consciência dos 
cuidados que ela exige. E propõe oito orientações práticas dirigidas seja aos fiéis celíacos, seja aos 
celebrantes.
 Eis o texto integral:
A doença celíaca é uma condição autoimune, desencadeada pelo consumo do glúten presente no trigo,
na aveia, na cevada, no centeio e em todos os derivados destes cereais. Ela pode se manifestar em 
qualquer fase da vida, afetando todo o corpo e, se não tratada, pode trazer consequências graves 
para a saúde das pessoas celíacas. Há formas dessa doença em que a pessoa é afetada até mesmo 
pela presença de traços de glúten ou até pelo simples contato com ele. Segundo as estatísticas, a cada
400 pessoas, uma é celíaca. Isto coloca um desafio particular para a comunhão eucarística segura dessas
 pessoas.
 A Congregação para a Doutrina da Fé deu orientações a esse respeito (cartas circulares aos 
presidentes das Conferências Episcopais – junho de 1995 e julho de 2003). De acordo com essas 
orientações, os Ordinários podem conceder aos presbíteros e aos leigos afetados pela doença celíaca 
a permissão de usar pão com pouca quantidade de glúten. A Congregação adverte, no entanto, que 
essa quantidade deve ser suficiente para a obtenção da panificação, não podendo ser acrescentada
 nenhuma matéria estranha à substância do pão.
 Estabelece ainda que, quando o fluxo celíaco é tal que impeça a comunhão sob a espécie do pão, mesmo
parcialmente desprovido de glúten, o fiel leigo pode comungar somente sob a espécie do vinho. 
O presbítero que se encontrar nesta condição pode comungar somente sob a espécie do vinho 
quando participar em uma concelebração.
 É dever do Ordinário certificar-se de que o produto utilizado seja conforme a estas exigências. 
Esta licença pode ser dada para o período que durar a situação que motiva o pedido. Requer-se, 
portanto, uma organização litúrgica que inclua procedimentos adequados às necessidades das pessoas 
celíacas, para que elas não venham a sofrer discriminação e se sintam plenamente acolhidas e 
integradas na vida da Igreja.
 É importante que bispos, presbíteros, diáconos e ministros extraordinários da comunhão 
eucarística tenham conhecimento a respeito desta doença e tomem consciência dos cuidados que ela
exige. A fim de garantir a comunhão eucarística segura das pessoas celíacas é preciso atenção 
ainda ao risco de contaminação com traços de glúten nas partículas especiais e no vinho durante o 
armazenamento ou o manuseio.
 Em vista da atenção e dos cuidados necessários, recomendamos que:
1) as pessoas celíacas apresentem-se ao pároco, para que ele possa tomar as providências adequadas;
2) as pessoas celíacas tenham acesso às partículas especiais válidas para a comunhão;
3) o armazenamento dessas partículas, a preparação delas para a Santa Missa e a sua distribuição 

no momento da comunhão, sigam as regras de segurança para estes casos;
4) as tecas destinadas ao serviço da comunhão para as pessoas celíacas sejam reservadas para esse fim 

e conservadas em separado das demais;
5) haja cálices especiais para os que podem comungar somente na espécie do vinho;
6) os cálices e os sanguinhos usados para sua purificação sejam conservados em separado;
7) aos menores de dezoito anos e às pessoas que tenham restrição ao consumo do álcool, se disponibilize 

a comunhão com o uso do mosto (suco de uva fresco ou conservado com a fermentação suspensa);
8) seja dada preferência às pessoas celíacas para comungarem por primeiro em uma das filas de comunhão,
 e que elas mesmas peguem a partícula da teca reservada para elas.
 Seria ainda mais seguro se cada pessoa com essa condição de saúde tivesse sua própria teca ou 
pequeno cálice, conservado em sua casa e levado ao altar no momento da apresentação das oferendas. 
Recordamos que existem associações especializadas na produção de partículas com as características
 requeridas, algumas até as distribuem gratuitamente.
 O Papa Francisco nos recorda que “a comunidade cristã é chamada a se empenhar a fim de que cada 
batizado possa fazer a experiência de Cristo nos sacramentos” (Discurso – 11 de junho de 2016). Estamos
convencidos de que a atenção às necessidades das pessoas celíacas e à sua plena participação sacramental
contribuirá para o crescimento de toda a comunidade, pois a Igreja é uma comunidade eucarística.
 Confiamos o empenho de cada comunidade à materna proteção da Mãe de Jesus, a “mulher eucarística” 
(S. João Paulo II, encíclica Ecclesia de Eucharistia, n. 53).

Dom Sergio da Rocha - Arcebispo de Brasília e Presidente da CNBB
Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger - Arcebispo de São Salvador da Bahia e Vice-Presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner - Bispo Auxiliar de Brasília e Secretário Geral da CNBB

sábado, 1 de julho de 2017

PALAVRA DO PÁROCO


Caríssimos filhos e leitores de nossa página/blog, Deus lhe abençoe e lhe guarde! Com alegria mais uma vez encontramo-nos através dessa nossa comunicação mensal! O mês de julho é, em geral, um mês mais leve, sem muitas atividades, um prenúncio de férias, descanso... mas, como havemos dito, da fé não tiramos férias, nem podemos. Imaginem se Deus resolvesse tirar férias de nós!!! Quão triste seria! Iniciamos o mês com festa julina na Paróquia Sra. das Dores, momento de confraternização nas comemorações dos santos Antônio, João e Pedro. E no domingo (02) com toda a Igreja, celebramos a solenidade dos Apóstolos baluartes Pedro e Paulo – o dia é 29 de junho, mas no Brasil adiamos para o domingo seguinte a fim de favorecer a participação de vocês fiéis, nessa solenidade litúrgica.
No mês de julho, no que tange ao calendário santoral, damos destaque para Nossa senhora do Carmo no dia 16 e Senhora Sant’Ana e São Joaquim, avós de Jesus, no dia 26. Dado que estamos no ano mariano, conheçamos um pouco sobre a devoção e história de Maria, sob o título de Virgem do Carmo: a ordem dos carmelitas venera com carinho o profeta Elias, que é seu patriarca, e a Virgem Maria, venerada com o título de Bem Aventurada Virgem do Carmo. Devido ao lugar, esse grupo foi chamado de carmelitas. Lá, esse grupo de eremitas construiu uma pequena capela dedicada a Senhora do Carmo, ou Nossa Senhora do Carmelo. Posteriormente os carmelitas foram obrigados a ir para a Europa fugindo da perseguição dos muçulmanos. Aí se espalhou ainda mais a Ordem do Carmelo.
Com a expulsão dos carmelitas de Israel, a devoção a Nossa Senhora do Carmo começou a se espalhar por toda a Europa. Também foi levada para a América Latina, logo no começo de sua colonização, passando a ser conhecida em todos os lugares. E não somente no Carmelo. Foram construídas várias igrejas, capelas e até catedrais dedicadas a Senhora do Carmo.
São Simão era um dos mais piedosos carmelitas que vivia na Inglaterra. Vendo a Ordem dos Carmelitas ser perseguida até estar prestes a ser eliminada da face da terra, ele sofria muito e pedia socorro a Nossa Senhora do Carmo.
Sua oração, que os carmelitas usam até hoje, foi a seguinte: Flor do Carmelo, vide florida. Esplendor do Céu. Virgem Mãe incomparável. Doce Mãe, mas sempre virgem. Sede propícia aos carmelitas. Ó Estrela do mar. Aproveito para saudar a paróquia N. Sra. do Carmo, em Belmonte-BA, onde iniciei meu ministério sacerdotal. Saudades, Deus os abençoe! Nesse dia haverá na Paróquia N. Sra. do Rocio o Sarau da Legio Mariae.
            Em comunhão ao Santo padre, Papa Francisco, juntos aos membros do Apostolado da Oração, somos interpelados nesse mês para rezarmos “pelos nossos irmãos que se afastaram da fé, para que, através da nossa oração e do nosso testemunho evangélico, possam redescobrir a proximidade do Senhor misericordioso e a beleza da vida cristã. Como desafios ele nos convida a: – Rezar pelos que se afastaram da fé, para que o seu coração se abra aos apelos do Pai de Misericórdia. – Refletir pessoalmente se estamos a dar um testemunho coerente de vida segundo o Evangelho, marcado pela misericórdia e pela alegria. – Proporcionar um momento de reflexão na paróquia sobre modos concretos de falar da fé a quem esteja afastado da Igreja. 
Aproveitamos para agradecer a todos os paroquianos do Rocio, em especial as pastorais do Dízimo e da Catequese, pela realização de nossa festa junina, ocorrida no último dia 24, solenidade de São João Batista. Devido a que recordamos: além de Portugal, a tradição veio de outros países europeus cristianizados dos quais são oriundas as comunidades de imigrantes, chegadas a partir de meados do século XIX. Ainda antes, porém, a festa já havia sido trazida ao Brasil pelos portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras. Lembramos que se aproxima agosto, mês das vocações. Para lá estamos planejando um encontro de casais na semana da família, A FAMÍLIA É BERÇO DE TODA VOCAÇÃO. Até lá!

Frei Antoniel,MsS

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Peregrinação de Nossa Senhora Aparecida II

Em seu segundo dia junto a nós, a Mãe Aparecida de manhã, abençoando a todas as famílias, foi em visita à casa da sra. Eudóxia, então com 104 anos, talvez uma das mais velhas e depois ficou na Matriz para veneração dos fiéis. À noite tivemos a Santa Missa com nosso bispo Dom Agenor, que no término foi em carreata para as conclusões da festa de Santa Rita de Cássia, onde nosso pároco presidia a santa Missa que teve a benção final dada pelo bispo com a imagem peregrina da Mãe.

 
 






Peregrinação de Nossa Senhora Aparecida I

A Mãe Aparecida nos foi entregue pela paróquia São Miguel Arcanjo de Porto Vitória, pelas mãos de seu pároco, padre Emílio Bortolini no dia 18 de junho.


 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 1 de junho de 2017

PALAVRA DO PÁROCO

Filhos caríssimos, Jesus vive e é o Senhor... Quanta graça experimentamos ao longo dos últimos dias em nossas comunidades paroquiais! A visita da Mãe Aparecida, Rainha do Brasil, com certeza deixa um legado de fé e seguimento em nossas paróquias para nossas famílias! Muitas foram as manifestações de devoção à Mãe Santíssima, Mãe de Deus e da Igreja, seja nas escolas, nas empresas, seja nalgumas famílias que pudemos levar a imagem da Mãe Santíssima, seja nas celebrações diversas. Parafraseando pe. Emílio, quando da entrega da Mãe a nós em 21 de maio dizia que não era sem tristeza que fazia tal entrega! O mesmo nós sentimos ao entregá-la no dia 1º à Paróquia São Judas Tadeu.
No dia dois, primeira sexta-feira, em comunhão com o Papa Francisco e junto aos membros do Apostolado da Oração – “união dos fiéis que, por meio do oferecimento cotidiano de si mesmos, se juntam ao Sacrifício Eucarístico, no qual se exerce continuamente a obra de nossa redenção, e desta forma, pela união vital de Cristo, da qual depende a fecundidade apostólica, colaboram na salvação do mundo", rezamos a oração universal: Pelos responsáveis das nações, para que se empenhem decididamente em pôr fim ao comércio de armas, que provoca tantas vítimas inocentes.
Esse mês de junho também promete ser de muita graça. No dia três, frei Romão e eu celebramos seis anos de nossa ordenação sacerdotal, para a glória de Deus Pai! Seis anos sendo partícipes do ser e da missão do Verbo encarnado, para subir ao seu altar, para fazer a oferta de amor e sacrifício! No domingo, quatro, celebramos a solenidade de Pentecostes – efusão do Espírito Santo de Deus sobre os Apóstolos e início sublime da missão da Igreja. No seguinte – onze – celebramos o Mistério de nossa fé, no qual a Igreja e a história da salvação está imersa – solenidade da Santíssima Trindade e na mesma semana, dia quinze, celebramos a Solene liturgia do Corpo de Cristo: festa religiosa que tem por objetivo celebrar o mistério da eucaristia, o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo. Acontece sempre 60 dias depois do Domingo de Páscoa ou na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, em alusão à quinta-feira santa quando Jesus instituiu o sacramento da eucaristia.
Em nossa paróquia do Rocio, já há alguns anos a Pastoral Vocacional faz acontecer o tríduo e festa de Santo Antônio, esse ano de 10 a 13. Participemos! Ainda no dia no dia 12 celebramos dois anos da posse de nosso bispo e no dia 14, três anos de diaconado do Diác. Marcos. Rezemos pelos mesmos!
Nossa igreja Catedral esse mês nos acolhe em duas datas especiais: dia 18 para a entronização da Mãe Aparecida como co-padroeira e no dia 23 para a festa Solene do Sagrado Coração de Jesus, padroeiro da Catedral e da diocese. No dia 24 – memória de São João Batista, no Rocio a pastoral da Catequese faz acontecer nossa junina, momento de alegria e descontração. Ainda do dia 28 a 30 teremos a Semana Teológica do IFTESAM sob o tema “Do conflito à comunhão – 500 anos de Lutero!” A Reforma foi um movimento cristão culminado no início do século XVI por Martinho Lutero, quando através da publicação de suas 95 teses, em 31 de outubro de 1517 na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, protestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana. 
Celebremos intensa e ativamente toda a liturgia que esse mês de junho nos proporciona!
Até mês que vem!


Frei Antoniel,MsS