sexta-feira, 1 de julho de 2016

PALAVRA DO PÁROCO

Caríssimos filhos, com alegria mais uma vez tornamo-nos mais próximos através deste opúsculo, leitores do blog www.sradorociouva.blogspot.com da Paróquia Nossa Senhora do Rocio. Vimos de um mês de grandes santos, muitas festas, razão a qual recordamos o bom êxito de nossa festa junina ocorrida no último dia 25.06, momento de alegria e fraternização. Iniciamos o novo mês com a celebração dedicada à meditação do mistério da entrega de Jesus na cruz, por nosso amor, tornando presente a memória da Sexta-Feira Santa, por isso, ao recordar este amor, também se vive de modo mais intenso a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, padroeiro de nossa Diocese.
No primeiro domingo, 03.07, celebramos a festa do Apóstolo Tomé, membro do grupo dos doze apóstolos. O Senhor o chamou dentro de sua realidade, com suas fraquezas e até com suas crises de fé. Com o indulto da Santa Sé, no Brasil tal festa cede lugar à Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo, “os cabeças dos apóstolos” por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários.
No domingo seguinte, vamos nos reencontrar com a belíssima e bem conhecida história do bom samaritano que Jesus contou a um doutor da Lei para exemplificar o significado de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Encerramos a semana com a festa da Virgem Senhora do Carmo, que tem origem no século XII, quando se um grupo de eremitas começou a se formar no monte Carmelo, na Palestina, terra Santa, iniciando um estilo de vida simples e pobre, ao lado da fonte de Elias, que se estendeu ao mundo todo. A palavra Carmo, corresponde ao monte do Carmo ou monte Carmelo, em Israel, onde o profeta Elias se refugiou. A palavra carmo ou carmelo significa jardim. O sinal de devoção à Virgem do Carmo é o escapulário: Maria Santíssima, rodeada de anjos, apareceu para São Simão, entregou-lhe o Escapulário e lhe disse: Recebe, meu filho muito amado, este escapulário de tua ordem, sinal do meu amor, privilégio para ti e para todos os carmelitas. Quem com ele morrer não se perderá. Eis aqui um sinal  da minha aliança, salvação nos perigos, aliança de paz e amor eterno. A partir desse milagre, o escapulário passou a fazer parte do hábito dos carmelitas.
Na metade do caminho teremos um significativo encontro com duas das principais mulheres do Novo Testamento, Marta e Maria, das quais obtemos uma vivência de duplo discipulado, enfim, pessoas que trabalham sem se cansar para a construção do Reino, alimentando-se diariamente da Palavra de Deus, pondo-se aos seus pés, escutando-O. No domingo seguinte... em cada liturgia rezamos, mas neste dia vamos refletir, pela liturgia da Palavra, sobre a oração, em especial, a do Pai Nosso buscando entender sua eficácia em nossa vida. Na segunda-feira, 25 celebramos a festa do apóstolo Tiago.  Este apóstolo é chamado de Tiago Zebedeu, Tiago, irmão de João, Tiago Boanerges, isto é “filho do trovão”, e Tiago, o Maior. Chama-se Tiago Zebedeu não tanto porque foi filho carnal deste, mas porque Zebedeu significa simultaneamente “doador” e “doado”. E no dia seguinte, atenção agentes da PPI, celebramos a memória de Sant’Ana e São Joaquim, avós de nosso Senhor Jesus
Vamos concluir esse mês com o Dies Domini, o domingo – dia do Senhor – quando seremos interpelados mais uma vez quanto à nossa relação com os bens terrenos, onde, qual e como buscamos ou confiamos nosso tesouro. Em que depositamos nossa esperança? Verdadeiramente feliz é quem busca ser misericordioso, que busca o bem próprio e também o dos outros!
A Intenção Geral do Santo Padre, O Papa, para o mês de julho, será a universal o Respeito pelos povos indígenas; para que os povos indígenas, ameaçados na sua identidade e existência, sejam respeitados. E pela Evangelização, para que a Igreja na América Latina e Caraíbas, através da sua missão continental, anuncie o Evangelho com renovado vigor e entusiasmo.
Proponho a você meu Paroquiano, vamos nos unir em só Espírito, e em uma só Igreja, e fazer cada um a sua parte, Cristo conta com você e Ele sabe que pode contar, porque irás fazer.
Sem mais para o momento deixo a todos os nossos leitores um grande abraço, minha benção e até a próxima se Deus quiser.

Frei Antoniel,MsS

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Festa Junina Paroquial

Organizada pela pastoral da Catequese paroquial com a participação das demais pastorais, capelas e movimentos de nossa paróquia no último sábado, 25.06 realizamos a festa junina paroquial, momento de descontração, fraternidade e alegria.
Na parte da tarde deram-se as apresentações das quadrilhas e outras danças das turmas da catequese e à noite, após a Missa das 19h realizamos um grandioso bingo, momento de fraternização e deleite das guloseimas próprias das festa juninas (quentão, xixo, pastel, bolos diversos).
Enfim, São João foi celebrado com grande esmero em nossa comunidade paroquial.





I Encontro Vocacional Paroquial

Uma vez que temos por missão  a acolhida redentora, no último sábado, 25.06, reunimos as turmas do 2º, 3º, 4º e 5º anos da Catequese para com eles realizarmos o que foi o I Encontro Vocacional em nossa paroquial.
Na chegada os adolescentes foram reunidos na igreja Matriz para a oração inicial conduzida pelo nosso pároco Frei Antoniel,MsS que também acolheu as Irmãs Mensageiras do Amor Divino - Cenira e Ivanete - que conduziram o encontro.



A Ir. Ivanete deu início com um momento de animação, seguida da Ir. Cenira que conduziu a dinâmica do encontro trabalhando a temática vocacional como um dos vários caminhos apresentados aos adolescentes. 
Tudo conduzido para motivar os jovens a pensar no que vão seguir no futuro, o que almejam e que empenhem-se por fazerem bem, partido daquilo que tange às relações consigo mesmo, com o outro, com Deus, a sociedade e a comunidade. 



segunda-feira, 20 de junho de 2016

PARÓQUIA REALIZA JORNADA DA MISERICÓRDIA

No último domingo, 19.06, sob a coordenação das Irmãs Mensageiras do Amor Divino realizamos a Jornada da Misericórdia dentro da programação do Ano da Misericórdia!
JESUS CRISTO É O ROSTO DA MISERICÓRDIA DO PAI.
Precisamos sempre de contemplar o mistério da misericórdia. É fonte de alegria, serenidade e paz. É condição da nossa salvação. Misericórdia: é a palavra que revela o mistério da Santíssima Trindade. Misericórdia: é o ato último e supremo pelo qual Deus vem ao nosso encontro. Misericórdia: é a lei fundamental que mora no coração de cada pessoa, quando vê com olhos sinceros o irmão que encontra no caminho da vida. Misericórdia: é o caminho que une Deus e o homem, porque nos abre o coração à esperança de sermos amados para sempre, apesar da limitação do nosso pecado.
Há momentos em que somos chamados, de maneira ainda mais intensa, a fixar o olhar na misericórdia, para nos tornarmos nós mesmos sinal eficaz do agir do Pai. Foi por isso que proclamei um Jubileu Extraordinário da Misericórdia como tempo favorável para a Igreja, a fim de se tornar mais forte e eficaz o testemunho dos crentes.
PORTA DA MISERICÓRDIA, onde qualquer pessoa que entre poderá experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança.


Atravessaremos a PORTA SANTA com plena confiança de ser acompanhados pela força do Senhor Ressuscitado, que continua a sustentar a nossa peregrinação. O Espírito Santo, que conduz os passos dos crentes de forma a cooperarem para a obra de salvação realizada por Cristo, seja guia e apoio do povo de Deus a fim de o ajudar a contemplar o rosto da misericórdia.
Vendo que a multidão de pessoas que O seguia estava cansada e abatida, Jesus sentiu, no fundo do coração, uma intensa compaixão por elas (cf. Mt 9, 36). Nas PARÁBOLAS DEDICADAS À MISERICÓRDIA, Jesus revela a natureza de Deus como a dum Pai que nunca se dá por vencido enquanto não tiver dissolvido o pecado e superada a recusa com a compaixão e a misericórdia. Conhecemos estas parábolas, três em especial: as da ovelha extraviada e da moeda perdida, e a do pai com os seus dois filhos (cf. Lc 15, 1-32). Nestas parábolas, Deus é apresentado sempre cheio de alegria, sobretudo quando perdoa. Nelas, encontramos o núcleo do Evangelho e da nossa fé, porque a misericórdia é apresentada como a força que tudo vence, enche o coração de amor e consola com o perdão.
A Igreja tem a missão de anunciar a misericórdia de Deus, coração pulsante do Evangelho, que por meio dela deve chegar ao coração e à mente de cada pessoa. A Esposa de Cristo assume o comportamento do Filho de Deus, que vai ao encontro de todos sem excluir ninguém. No nosso tempo, em que a Igreja está comprometida na nova evangelização, o tema da misericórdia exige ser reproposto com novo entusiasmo e uma ação pastoral renovada. É determinante para a Igreja e para a credibilidade do seu anúncio que viva e testemunhe, ela mesma, a misericórdia. A sua linguagem e os seus gestos, para penetrarem no coração das pessoas e desafiá-las a encontrar novamente a estrada para regressar ao Pai, devem irradiar misericórdia.

A PEREGRINAÇÃO é um sinal peculiar no Ano Santo, enquanto ícone do caminho que cada pessoa realiza na sua existência. A vida é uma peregrinação e o ser humano é viator, um peregrino que percorre uma estrada até à meta anelada. Também para chegar à Porta Santa, tanto em Roma como em cada um dos outros lugares, cada pessoa deverá fazer, segundo as próprias forças, uma peregrinação. Esta será sinal de que a própria misericórdia é uma meta a alcançar que exige empenho e sacrifício. Por isso, a peregrinação há de servir de estímulo à conversão: ao atravessar a Porta Santa, deixar-nos-emos abraçar pela misericórdia de Deus e comprometer-nos-emos a ser misericordiosos com os outros como o Pai o é conosco.
É meu vivo desejo que o povo cristão reflita, durante o Jubileu, sobre as OBRAS DE MISERICÓRDIA CORPORAL E ESPIRITUAL. Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina. A pregação de Jesus apresenta-nos estas obras de misericórdia, para podermos perceber se vivemos ou não como seus discípulos. Redescubramos as obras de misericórdia corporal: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, enterrar os mortos. E não esqueçamos as obras de misericórdia espiritual: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas, rezar a Deus pelos vivos e defuntos.
  

« Um ano de misericórdia »: isto é o que o Senhor anuncia e que nós desejamos viver.
O Jubileu inclui também o referimento à INDULGÊNCIA. Esta, no Ano Santo da Misericórdia, adquire uma relevância particular. O perdão de Deus para os nossos pecados não conhece limites. Na morte e ressurreição de Jesus Cristo, Deus torna evidente este seu amor que chega ao ponto de destruir o pecado dos homens. É possível deixar-se reconciliar com Deus através do mistério pascal e da mediação da Igreja. Por isso, Deus está sempre disponível para o perdão, não Se cansando de o oferecer de maneira sempre nova e inesperada. No entanto todos nós fazemos experiência do pecado. Sabemos que somos chamados à perfeição (cf. Mt 5, 48), mas sentimos fortemente o peso do pecado. Ao mesmo tempo que notamos o poder da graça que nos transforma, experimentamos também a força do pecado que nos condiciona. Apesar do perdão, carregamos na nossa vida as contradições que são consequência dos nossos pecados. No sacramento da Reconciliação, Deus perdoa os pecados, que são verdadeiramente apagados; mas o cunho negativo que os pecados deixaram nos nossos comportamentos e pensamentos permanece. A misericórdia de Deus, porém, é mais forte também do que isso. Ela torna-se indulgência do Pai que, através da Esposa de Cristo, alcança o pecador perdoado e liberta-o de qualquer resíduo das consequências do pecado, habilitando-o a agir com caridade, a crescer no amor em vez de recair no pecado.