quarta-feira, 26 de julho de 2017
segunda-feira, 24 de julho de 2017
Sacramento do Crisma
É
o sacramento necessário para consumar a graça batismal. Pelo sacramento da
Confirmação, os fiéis são vinculados mais perfeitamente à Igreja, enriquecidos
de força especial do Espírito Santo, e assim mais estreitamente obrigados à fé.
Como verdadeiras testemunhas de Cristo, devem difundir e defender seu Evangelho
tanto por palavras como por obras.
Consiste
na imposição das mãos e na unção com o óleo perfumado (crisma). Quem crisma é o
bispo ou, por ordem dele, o padre. Quando batizada adulta, a pessoa recebe uma
só unção pós-batismal, a da Confirmação. Se for criança, o padre unge-a, depois
do batismo, com o santo crisma; unção essa ligada ao rito batismal: ela
significa a participação do batizado nas funções profética, sacerdotal e régia
de Cristo.
Pela confirmação, o cristão é enraizado mais profundamente na filiação divina, une-se mais solidamente a Cristo, recebe mais os dons do Espírito Santo, torna-se vinculado à Igreja de modo mais perfeito, recebe uma força especial do Espírito Santo para difundir e defender a fé pela palavra e pela ação, como verdadeira testemunha de Cristo, para professar com valentia o nome de Cristo e para nunca sentir vergonha em relação à cruz.
Pela confirmação, o cristão é enraizado mais profundamente na filiação divina, une-se mais solidamente a Cristo, recebe mais os dons do Espírito Santo, torna-se vinculado à Igreja de modo mais perfeito, recebe uma força especial do Espírito Santo para difundir e defender a fé pela palavra e pela ação, como verdadeira testemunha de Cristo, para professar com valentia o nome de Cristo e para nunca sentir vergonha em relação à cruz.
Foi
o que aconteceu há poucos dias em nossa paróquia, com
mandato do senhor bispo diocesano, nosso pároco, Frei Antoniel,MsS conferiu o
Sacramento da Crisma a quatro catecúmenos da Capela Arcanjo São Gabriel,
assessorado pelo aspirante Fabrício
Movimento das Capelinhas
É um Movimento de Pastoral Espiritual.
Objetivos:
Evangelizar as famílias pela visita de Maria na capelinha, como um instrumento propagador da palavra de Deus, favorecendo a união fraterna e a oração, especialmente a do terço;
Propagar a devoção a Nossa Senhora; Despertar vocações Sacerdotais e religiosas incentivando-as espiritual e materialmente.
Em nossa paróquia (matriz) há em torno de 15 zeladoras, coordenadas pela senhora Cecília Iuskiu, e que contribuem com as Obras das Vocações Sacerdotais (OVS), seja do nosso Instituto, seja da Diocese! Assumem uma Missa por mês. Havemos de fortalecer o movimento nas capelas!
De tempo em tempo reunimo-nos para confraternizações de fé e devoção!
Terço dos Homens

A
missão do Terço dos Homens é resgatar para o
seio da Igreja de Cristo, homens de todas as idades, pois a presença masculina
na Igreja é imprescindível para a formação da família e de uma sociedade
cristã. O Terço dos Homens é um
exemplo de fé e devoção. A oração do terço, além de nos conduzir
para a oração, leva-nos a meditar sobre os principais mistérios da redenção que
Cristo nos oferece.Com a meditação do mistério redentor, também lembramos Maria de Nazaré,
que assumiu a maternidade divina fazendo a vontade de Deus, dando-nos o Salvador.
Este foi o jeito que o Pai escolheu para nos dar seu único Filho.
Em
nossa paróquia os homens já se reúnem para rezarem por vossas famílias, toda
quarta-feira às 20h e uma vez por mês cantam em uma de nossas Missas, para
glória de Deus Pai, por meio de Maria, nossa Mãe.
Venha, junte-se a nós! A Mãe lhe espera!
Também se reúnem para fraternização amiga e de fé, estreitando os laços da família do terço!
Posse do novo Conselho da Santa Luzia
Posse
do novo Conselho da Santa Luzia, 23 de julho de 2017
Termo
de Compromisso junto à Igreja
- Caros filhos, com alegria que os acolho para, pela propagação do Evangelho, cumprirmos nossa missão batismal frente à ação evangelizadora nesta comunidade Santa Luzia. Vossos trabalhos devem ser frutos do encontro pessoal com Jesus. Por isso, eu pergunto:
v Vocês estão dispostos a servir a Igreja como fiéis colaboradores na ação catequético-litúrgica e demais frentes de ação pastoral?
v Estamos!
Oração da bênção (impõe as mãos e, em seguida, asperge)
Pai todo-poderoso, Deus da vida, da concórdia e da resistência nos dê a graça de vivermos em fraterna comunhão e fervorosos no serviço do seu povo. Derrame sobre vós a sua benção em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. R/. Amém.
Oração (todos)
"Senhor, diante ações de sua Santa Igreja, devo ter consciência de minhas responsabilidades como membro desse Conselho para o qual fui chamado. Reconheço minhas limitações, mas, humildemente, junto com meus irmãos de missão e sob a orientação de nosso pároco, busco o consenso para alcançar o firme propósito de sermos fiéis anunciadores do Evangelho através do serviço que nos fora confiado. Senhor, despido do egoísmo, quero crescer, fazendo crescer, também, os que me cercam e que são a razão de minha escolha para esse serviço. Senhor, administre o meu coração para que ele siga o caminho do bem, pois, a mim caberá realizar obras sadias para tornar vossa Igreja cada vez melhor e mais humana."
sábado, 15 de julho de 2017
sexta-feira, 14 de julho de 2017
Orientações da CNBB sobre as hóstias sem glúten
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil divulgou suas “Orientações Pastorais sobre o acesso das pessoas celíacas à Comunhão Eucarística”.
da comunhão eucarística tenham conhecimento a respeito desta doença e tomem consciência dos
cuidados que ela exige. E propõe oito orientações práticas dirigidas seja aos fiéis celíacos, seja aos
celebrantes.
A doença celíaca é uma condição autoimune, desencadeada pelo consumo do glúten presente no trigo,
na aveia, na cevada, no centeio e em todos os derivados destes cereais. Ela pode se manifestar em
qualquer fase da vida, afetando todo o corpo e, se não tratada, pode trazer consequências graves
para a saúde das pessoas celíacas. Há formas dessa doença em que a pessoa é afetada até mesmo
pela presença de traços de glúten ou até pelo simples contato com ele. Segundo as estatísticas, a cada
400 pessoas, uma é celíaca. Isto coloca um desafio particular para a comunhão eucarística segura dessas
pessoas.
na aveia, na cevada, no centeio e em todos os derivados destes cereais. Ela pode se manifestar em
qualquer fase da vida, afetando todo o corpo e, se não tratada, pode trazer consequências graves
para a saúde das pessoas celíacas. Há formas dessa doença em que a pessoa é afetada até mesmo
pela presença de traços de glúten ou até pelo simples contato com ele. Segundo as estatísticas, a cada
400 pessoas, uma é celíaca. Isto coloca um desafio particular para a comunhão eucarística segura dessas
pessoas.
presidentes das Conferências Episcopais – junho de 1995 e julho de 2003). De acordo com essas
orientações, os Ordinários podem conceder aos presbíteros e aos leigos afetados pela doença celíaca
a permissão de usar pão com pouca quantidade de glúten. A Congregação adverte, no entanto, que
essa quantidade deve ser suficiente para a obtenção da panificação, não podendo ser acrescentada
nenhuma matéria estranha à substância do pão.
parcialmente desprovido de glúten, o fiel leigo pode comungar somente sob a espécie do vinho.
O presbítero que se encontrar nesta condição pode comungar somente sob a espécie do vinho
quando participar em uma concelebração.
Esta licença pode ser dada para o período que durar a situação que motiva o pedido. Requer-se,
portanto, uma organização litúrgica que inclua procedimentos adequados às necessidades das pessoas
celíacas, para que elas não venham a sofrer discriminação e se sintam plenamente acolhidas e
integradas na vida da Igreja.
eucarística tenham conhecimento a respeito desta doença e tomem consciência dos cuidados que ela
exige. A fim de garantir a comunhão eucarística segura das pessoas celíacas é preciso atenção
ainda ao risco de contaminação com traços de glúten nas partículas especiais e no vinho durante o
armazenamento ou o manuseio.
1) as pessoas celíacas apresentem-se ao pároco, para que ele possa tomar as providências adequadas;
2) as pessoas celíacas tenham acesso às partículas especiais válidas para a comunhão;
3) o armazenamento dessas partículas, a preparação delas para a Santa Missa e a sua distribuição
no momento da comunhão, sigam as regras de segurança para estes casos;
4) as tecas destinadas ao serviço da comunhão para as pessoas celíacas sejam reservadas para esse fim
e conservadas em separado das demais;
3) o armazenamento dessas partículas, a preparação delas para a Santa Missa e a sua distribuição
no momento da comunhão, sigam as regras de segurança para estes casos;
4) as tecas destinadas ao serviço da comunhão para as pessoas celíacas sejam reservadas para esse fim
e conservadas em separado das demais;
5) haja cálices especiais para os que podem comungar somente na espécie do vinho;
6) os cálices e os sanguinhos usados para sua purificação sejam conservados em separado;
7) aos menores de dezoito anos e às pessoas que tenham restrição ao consumo do álcool, se disponibilize
a comunhão com o uso do mosto (suco de uva fresco ou conservado com a fermentação suspensa);
7) aos menores de dezoito anos e às pessoas que tenham restrição ao consumo do álcool, se disponibilize
a comunhão com o uso do mosto (suco de uva fresco ou conservado com a fermentação suspensa);
8) seja dada preferência às pessoas celíacas para comungarem por primeiro em uma das filas de comunhão,
e que elas mesmas peguem a partícula da teca reservada para elas.
e que elas mesmas peguem a partícula da teca reservada para elas.
pequeno cálice, conservado em sua casa e levado ao altar no momento da apresentação das oferendas.
Recordamos que existem associações especializadas na produção de partículas com as características
requeridas, algumas até as distribuem gratuitamente.
batizado possa fazer a experiência de Cristo nos sacramentos” (Discurso – 11 de junho de 2016). Estamos
convencidos de que a atenção às necessidades das pessoas celíacas e à sua plena participação sacramental
contribuirá para o crescimento de toda a comunidade, pois a Igreja é uma comunidade eucarística.
(S. João Paulo II, encíclica Ecclesia de Eucharistia, n. 53).
Dom Sergio da Rocha - Arcebispo de Brasília e Presidente da CNBB
Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger - Arcebispo de São Salvador da Bahia e Vice-Presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner - Bispo Auxiliar de Brasília e Secretário Geral da CNBB
sábado, 1 de julho de 2017
PALAVRA DO PÁROCO
Caríssimos filhos e leitores de nossa página/blog, Deus lhe abençoe e lhe guarde! Com alegria mais uma vez encontramo-nos através dessa nossa comunicação mensal! O mês de julho é, em geral, um mês mais leve, sem muitas atividades, um prenúncio de férias, descanso... mas, como havemos dito, da fé não tiramos férias, nem podemos. Imaginem se Deus resolvesse tirar férias de nós!!! Quão triste seria! Iniciamos o mês com festa julina na Paróquia Sra. das Dores, momento de confraternização nas comemorações dos santos Antônio, João e Pedro. E no domingo (02) com toda a Igreja, celebramos a solenidade dos Apóstolos baluartes Pedro e Paulo – o dia é 29 de junho, mas no Brasil adiamos para o domingo seguinte a fim de favorecer a participação de vocês fiéis, nessa solenidade litúrgica.
No mês de julho, no que tange ao calendário
santoral, damos destaque para Nossa
senhora do Carmo no dia 16 e Senhora
Sant’Ana e São Joaquim, avós de Jesus, no dia 26. Dado que estamos no ano
mariano, conheçamos um pouco sobre a devoção e história de Maria, sob o título
de Virgem do Carmo: a ordem dos carmelitas venera com carinho o profeta Elias, que é seu patriarca, e a Virgem
Maria, venerada com o título de Bem Aventurada Virgem do Carmo. Devido ao
lugar, esse grupo foi chamado de carmelitas. Lá, esse grupo de eremitas
construiu uma pequena capela dedicada a Senhora do Carmo, ou Nossa Senhora do
Carmelo. Posteriormente os carmelitas foram obrigados a ir para a Europa
fugindo da perseguição dos muçulmanos. Aí se espalhou ainda mais a Ordem do
Carmelo.
Com a expulsão dos carmelitas de Israel, a
devoção a Nossa Senhora do Carmo começou a se espalhar por toda a Europa.
Também foi levada para a América Latina, logo no começo de sua colonização,
passando a ser conhecida em todos os lugares. E não somente no Carmelo. Foram
construídas várias igrejas, capelas e até catedrais dedicadas a Senhora do
Carmo.
São Simão era um dos mais piedosos carmelitas que
vivia na Inglaterra. Vendo a Ordem dos Carmelitas ser perseguida até estar
prestes a ser eliminada da face da terra, ele sofria muito e pedia socorro a
Nossa Senhora do Carmo.
Sua oração, que os
carmelitas usam até hoje, foi a seguinte: Flor do Carmelo, vide florida.
Esplendor do Céu. Virgem Mãe incomparável. Doce Mãe, mas sempre virgem. Sede
propícia aos carmelitas. Ó Estrela do mar. Aproveito para saudar a paróquia N. Sra. do Carmo, em Belmonte-BA, onde iniciei meu
ministério sacerdotal. Saudades, Deus os abençoe! Nesse dia haverá na Paróquia
N. Sra. do Rocio o Sarau da Legio Mariae.
Em comunhão ao Santo
padre, Papa Francisco, juntos aos
membros do Apostolado da Oração,
somos interpelados nesse mês para rezarmos “pelos
nossos irmãos que se afastaram da fé, para que, através da nossa oração e do
nosso testemunho evangélico, possam redescobrir a proximidade do Senhor
misericordioso e a beleza da vida cristã. Como desafios ele nos convida a:
– Rezar pelos que se afastaram da fé, para que o seu coração se abra aos apelos
do Pai de Misericórdia. – Refletir pessoalmente se estamos a dar um testemunho
coerente de vida segundo o Evangelho, marcado pela misericórdia e pela alegria.
– Proporcionar um momento de reflexão na paróquia sobre modos concretos de
falar da fé a quem esteja afastado da Igreja.
Aproveitamos para agradecer a todos os
paroquianos do Rocio, em especial as pastorais do Dízimo e da Catequese, pela
realização de nossa festa junina, ocorrida no último dia 24, solenidade de São
João Batista. Devido a que recordamos: além de Portugal, a tradição veio de
outros países europeus cristianizados dos quais são oriundas
as comunidades de imigrantes, chegadas a partir de meados do século
XIX. Ainda antes, porém, a festa já havia sido trazida ao Brasil pelos
portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.
Lembramos que se aproxima agosto, mês das vocações. Para lá estamos planejando
um encontro de casais na semana da família, A FAMÍLIA É BERÇO DE TODA VOCAÇÃO.
Até lá!
Frei Antoniel,MsS
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