quarta-feira, 26 de julho de 2017

O que é ser coroinha?



 
 
 



Desde uma tenra idade estes adolescentes são convidados a doar tempo da sua vida em testemunhar Jesus Cristo e viver em intimidade com Ele no serviço ao altar, nas celebrações eucarísticas. São convidados a dar testemunho da sua missão também na família, na escola, no grupo de catequese e assim por diante.
Ser coroinha é algo muito importante, pois se presta um serviço à Igreja, ao sacerdote e, principalmente, a Deus. O coroinha ou a coroinha ajudam o padre a celebrar a missa e outras cerimônias da igreja, em toda a sua liturgia. O acólito tem a seu cargo todas as tarefas da missa, que embora podendo ser realizadas pelo celebrante ou por até um ministro, desde que esse esteja devidamente preparado.
As tarefas de um acólito podem ir desde a correta preparação do altar, ao correto manuseamento do missal romano, todo o trabalho a realizar na credência, recepção das oferendas, etc. e também - em celebrações mais solenes – o manuseamento do turíbulo, o transporte da Cruz, das velas e do Evangelho ou todas as demais tarefas que ‘aparecem ocasionalmente’ devido o tempo Litúrgico que se vive.

Responsabilidade dos Coroinhas  
1.- Participar das reuniões; missas e demais compromissos assumidos.
2.- Seja pontual. Chegue a tempo para as reuniões e celebrações.
3.- Seja organizado. Esteja sempre limpo, cabelo penteado e presos, calçados e roupas bem arrumados.
4.- Seja cuidadoso com as coisas da igreja e do altar.
5.- Trate dos paramentos e objetos litúrgicos com respeito como objetos destinados ao culto divino.
6.- Seja humilde e preste atenção ao que lhe for ensinado.
7.- Durante os atos litúrgicos evite conversas, risos ou brincadeiras (durante as celebrações evitar circulações no presbitério).
8.- Cultive o gosto pela oração e leia um trecho da Bíblia cada dia.
9.- Dedique-se ao estudo da liturgia, a fim de celebrar cada vez melhor.
10.- Observe o silêncio na igreja e na sacristia. E mantenha a concentração, principalmente antes de começar o ato litúrgico.

O que é preciso para ser coroinha?
Basta ter boa vontade
Ser disponível para Deus e para sua comunidade.
Esforçar-se para ser bom, procurando viver o que Jesus viveu.
O que se exige de um coroinha?
- Chegando ao templo: Ao chegar a Igreja, o coroinha deve dirigir-se à capela do Santíssimo Sacramento, ou ao altar em que o sacrário contempla Jesus sacramentado. Aí deve fazer uma genuflexão e permanecer em oração por alguns instantes, numa conversa com Jesus Cristo. Só então ele deverá dirigir-se à sacristia, para iniciar as atividades da celebração.
Do coroinha exige-se piedade, postura, respeito para com os ministérios, respeito para com o sacerdote, e atenção para com os fiéis da assembleia, respeito com o templo.
Juntos os coroinhas formam um grupo muito importante, no qual poderão encontrar união, compreensão, confiança e estima, coisa de que tanto precisam. O Pároco deverá, dentro do possível, acompanhar cada um deles em sua realidade pessoal, ajudando-os no que for possível. Ser coroinha exige responsabilidade, e devem assumir todos juntos, e cada um em particular, com amor, este serviço a Cristo e sua Igreja.
O que o coroinha deve conhecer?
A santa missa, parte por parte
Os lugares da igreja
Os livros sagrados
Os utensílios usados na celebração
As vestes litúrgicas
Seguir o que a igreja ensina








segunda-feira, 24 de julho de 2017

Sacramento do Crisma

É o sacramento necessário para consumar a graça batismal. Pelo sacramento da Confirmação, os fiéis são vinculados mais perfeitamente à Igreja, enriquecidos de força especial do Espírito Santo, e assim mais estreitamente obrigados à fé. Como verdadeiras testemunhas de Cristo, devem difundir e defender seu Evangelho tanto por palavras como por obras.
Consiste na imposição das mãos e na unção com o óleo perfumado (crisma). Quem crisma é o bispo ou, por ordem dele, o padre. Quando batizada adulta, a pessoa recebe uma só unção pós-batismal, a da Confirmação. Se for criança, o padre unge-a, depois do batismo, com o santo crisma; unção essa ligada ao rito batismal: ela significa a participação do batizado nas funções profética, sacerdotal e régia de Cristo.
Pela confirmação, o cristão é enraizado mais profundamente na filiação divina, une-se mais solidamente a Cristo, recebe mais os dons do Espírito Santo, torna-se vinculado à Igreja de modo mais perfeito, recebe uma força especial do Espírito Santo para difundir e defender a fé pela palavra e pela ação, como verdadeira testemunha de Cristo, para professar com valentia o nome de Cristo e para nunca sentir vergonha em relação à cruz.

Foi o que aconteceu há poucos dias em nossa paróquia, com mandato do senhor bispo diocesano, nosso pároco, Frei Antoniel,MsS conferiu o Sacramento da Crisma a quatro catecúmenos da Capela Arcanjo São Gabriel, assessorado pelo aspirante Fabrício
  
  



Movimento das Capelinhas

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É um Movimento de Pastoral Espiritual.
Objetivos:
Evangelizar as famílias pela visita de Maria na capelinha, como um instrumento propagador da palavra de Deus, favorecendo a união fraterna e a oração, especialmente a do terço; 
Propagar a devoção a Nossa Senhora; 
Despertar vocações Sacerdotais e religiosas incentivando-as espiritual e materialmente.
Em nossa paróquia (matriz) há em torno de 15 zeladoras, coordenadas pela senhora Cecília Iuskiu, e que contribuem com as Obras das Vocações Sacerdotais (OVS), seja do nosso Instituto, seja da Diocese! Assumem uma Missa por mês. Havemos de fortalecer o movimento nas capelas!
De tempo em tempo reunimo-nos para confraternizações de fé e devoção!
 

 

Terço dos Homens


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A missão do Terço dos Homens é resgatar para o seio da Igreja de Cristo, homens de todas as idades, pois a presença masculina na Igreja é imprescindível para a formação da família e de uma sociedade cristã. O Terço dos Homens é um exemplo de fé e devoção.  A oração do terço, além de nos conduzir para a oração, leva-nos a meditar sobre os principais mistérios da redenção que Cristo nos oferece.Com a meditação do mistério redentor, também lembramos Maria de Nazaré, que assumiu a maternidade divina fazendo a vontade de Deus, dando-nos o Salvador. Este foi o jeito que o Pai escolheu para nos dar seu único Filho.
Em nossa paróquia os homens já se reúnem para rezarem por vossas famílias, toda quarta-feira às 20h e uma vez por mês cantam em uma de nossas Missas, para glória de Deus Pai, por meio de Maria, nossa Mãe.
Venha, junte-se a nós! A Mãe lhe espera!
Também se reúnem para fraternização amiga e de fé, estreitando os laços da família do terço!
  



Posse do novo Conselho da Santa Luzia

Posse do novo Conselho da Santa Luzia, 23 de julho de 2017

Termo de Compromisso junto à Igreja

 -          Caros filhos, com alegria que os acolho para, pela propagação do Evangelho, cumprirmos nossa missão batismal frente à ação evangelizadora nesta comunidade Santa Luzia. Vossos trabalhos devem ser frutos do encontro pessoal com Jesus. Por isso, eu pergunto:
 v  Vocês estão dispostos a servir a Igreja como fiéis colaboradores na ação catequético-litúrgica e demais frentes de ação pastoral?
v  Estamos!
 Oração da bênção (impõe as mãos e, em seguida, asperge)
Pai todo-poderoso, Deus da vida, da concórdia e da resistência nos dê a graça de vivermos em fraterna comunhão e fervorosos no serviço do seu povo. Derrame sobre vós a sua benção em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. R/.  Amém.
 Oração (todos)

"Senhor, diante ações de sua Santa Igreja, devo ter consciência de minhas responsabilidades como membro desse Conselho para o qual fui chamado. Reconheço minhas limitações, mas, humildemente, junto com meus irmãos de missão e sob a orientação de nosso pároco, busco o consenso para alcançar o firme propósito de sermos fiéis anunciadores do Evangelho através do serviço que nos fora confiado. Senhor, despido do egoísmo, quero crescer, fazendo crescer, também, os que me cercam e que são a razão de minha escolha para esse serviço. Senhor, administre o meu coração para que ele siga o caminho do bem, pois, a mim caberá realizar obras sadias para tornar vossa Igreja cada vez melhor e mais humana."
  



sexta-feira, 14 de julho de 2017

Orientações da CNBB sobre as hóstias sem glúten

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil divulgou suas “Orientações Pastorais sobre o acesso das pessoas celíacas à Comunhão Eucarística”.
 No texto, a CNBB afirma que é importante que bispos, presbíteros, diáconos e ministros extraordinários 
da comunhão eucarística tenham conhecimento a respeito desta doença e tomem consciência dos 
cuidados que ela exige. E propõe oito orientações práticas dirigidas seja aos fiéis celíacos, seja aos 
celebrantes.
 Eis o texto integral:
A doença celíaca é uma condição autoimune, desencadeada pelo consumo do glúten presente no trigo,
na aveia, na cevada, no centeio e em todos os derivados destes cereais. Ela pode se manifestar em 
qualquer fase da vida, afetando todo o corpo e, se não tratada, pode trazer consequências graves 
para a saúde das pessoas celíacas. Há formas dessa doença em que a pessoa é afetada até mesmo 
pela presença de traços de glúten ou até pelo simples contato com ele. Segundo as estatísticas, a cada
400 pessoas, uma é celíaca. Isto coloca um desafio particular para a comunhão eucarística segura dessas
 pessoas.
 A Congregação para a Doutrina da Fé deu orientações a esse respeito (cartas circulares aos 
presidentes das Conferências Episcopais – junho de 1995 e julho de 2003). De acordo com essas 
orientações, os Ordinários podem conceder aos presbíteros e aos leigos afetados pela doença celíaca 
a permissão de usar pão com pouca quantidade de glúten. A Congregação adverte, no entanto, que 
essa quantidade deve ser suficiente para a obtenção da panificação, não podendo ser acrescentada
 nenhuma matéria estranha à substância do pão.
 Estabelece ainda que, quando o fluxo celíaco é tal que impeça a comunhão sob a espécie do pão, mesmo
parcialmente desprovido de glúten, o fiel leigo pode comungar somente sob a espécie do vinho. 
O presbítero que se encontrar nesta condição pode comungar somente sob a espécie do vinho 
quando participar em uma concelebração.
 É dever do Ordinário certificar-se de que o produto utilizado seja conforme a estas exigências. 
Esta licença pode ser dada para o período que durar a situação que motiva o pedido. Requer-se, 
portanto, uma organização litúrgica que inclua procedimentos adequados às necessidades das pessoas 
celíacas, para que elas não venham a sofrer discriminação e se sintam plenamente acolhidas e 
integradas na vida da Igreja.
 É importante que bispos, presbíteros, diáconos e ministros extraordinários da comunhão 
eucarística tenham conhecimento a respeito desta doença e tomem consciência dos cuidados que ela
exige. A fim de garantir a comunhão eucarística segura das pessoas celíacas é preciso atenção 
ainda ao risco de contaminação com traços de glúten nas partículas especiais e no vinho durante o 
armazenamento ou o manuseio.
 Em vista da atenção e dos cuidados necessários, recomendamos que:
1) as pessoas celíacas apresentem-se ao pároco, para que ele possa tomar as providências adequadas;
2) as pessoas celíacas tenham acesso às partículas especiais válidas para a comunhão;
3) o armazenamento dessas partículas, a preparação delas para a Santa Missa e a sua distribuição 

no momento da comunhão, sigam as regras de segurança para estes casos;
4) as tecas destinadas ao serviço da comunhão para as pessoas celíacas sejam reservadas para esse fim 

e conservadas em separado das demais;
5) haja cálices especiais para os que podem comungar somente na espécie do vinho;
6) os cálices e os sanguinhos usados para sua purificação sejam conservados em separado;
7) aos menores de dezoito anos e às pessoas que tenham restrição ao consumo do álcool, se disponibilize 

a comunhão com o uso do mosto (suco de uva fresco ou conservado com a fermentação suspensa);
8) seja dada preferência às pessoas celíacas para comungarem por primeiro em uma das filas de comunhão,
 e que elas mesmas peguem a partícula da teca reservada para elas.
 Seria ainda mais seguro se cada pessoa com essa condição de saúde tivesse sua própria teca ou 
pequeno cálice, conservado em sua casa e levado ao altar no momento da apresentação das oferendas. 
Recordamos que existem associações especializadas na produção de partículas com as características
 requeridas, algumas até as distribuem gratuitamente.
 O Papa Francisco nos recorda que “a comunidade cristã é chamada a se empenhar a fim de que cada 
batizado possa fazer a experiência de Cristo nos sacramentos” (Discurso – 11 de junho de 2016). Estamos
convencidos de que a atenção às necessidades das pessoas celíacas e à sua plena participação sacramental
contribuirá para o crescimento de toda a comunidade, pois a Igreja é uma comunidade eucarística.
 Confiamos o empenho de cada comunidade à materna proteção da Mãe de Jesus, a “mulher eucarística” 
(S. João Paulo II, encíclica Ecclesia de Eucharistia, n. 53).

Dom Sergio da Rocha - Arcebispo de Brasília e Presidente da CNBB
Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger - Arcebispo de São Salvador da Bahia e Vice-Presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner - Bispo Auxiliar de Brasília e Secretário Geral da CNBB

sábado, 1 de julho de 2017

PALAVRA DO PÁROCO


Caríssimos filhos e leitores de nossa página/blog, Deus lhe abençoe e lhe guarde! Com alegria mais uma vez encontramo-nos através dessa nossa comunicação mensal! O mês de julho é, em geral, um mês mais leve, sem muitas atividades, um prenúncio de férias, descanso... mas, como havemos dito, da fé não tiramos férias, nem podemos. Imaginem se Deus resolvesse tirar férias de nós!!! Quão triste seria! Iniciamos o mês com festa julina na Paróquia Sra. das Dores, momento de confraternização nas comemorações dos santos Antônio, João e Pedro. E no domingo (02) com toda a Igreja, celebramos a solenidade dos Apóstolos baluartes Pedro e Paulo – o dia é 29 de junho, mas no Brasil adiamos para o domingo seguinte a fim de favorecer a participação de vocês fiéis, nessa solenidade litúrgica.
No mês de julho, no que tange ao calendário santoral, damos destaque para Nossa senhora do Carmo no dia 16 e Senhora Sant’Ana e São Joaquim, avós de Jesus, no dia 26. Dado que estamos no ano mariano, conheçamos um pouco sobre a devoção e história de Maria, sob o título de Virgem do Carmo: a ordem dos carmelitas venera com carinho o profeta Elias, que é seu patriarca, e a Virgem Maria, venerada com o título de Bem Aventurada Virgem do Carmo. Devido ao lugar, esse grupo foi chamado de carmelitas. Lá, esse grupo de eremitas construiu uma pequena capela dedicada a Senhora do Carmo, ou Nossa Senhora do Carmelo. Posteriormente os carmelitas foram obrigados a ir para a Europa fugindo da perseguição dos muçulmanos. Aí se espalhou ainda mais a Ordem do Carmelo.
Com a expulsão dos carmelitas de Israel, a devoção a Nossa Senhora do Carmo começou a se espalhar por toda a Europa. Também foi levada para a América Latina, logo no começo de sua colonização, passando a ser conhecida em todos os lugares. E não somente no Carmelo. Foram construídas várias igrejas, capelas e até catedrais dedicadas a Senhora do Carmo.
São Simão era um dos mais piedosos carmelitas que vivia na Inglaterra. Vendo a Ordem dos Carmelitas ser perseguida até estar prestes a ser eliminada da face da terra, ele sofria muito e pedia socorro a Nossa Senhora do Carmo.
Sua oração, que os carmelitas usam até hoje, foi a seguinte: Flor do Carmelo, vide florida. Esplendor do Céu. Virgem Mãe incomparável. Doce Mãe, mas sempre virgem. Sede propícia aos carmelitas. Ó Estrela do mar. Aproveito para saudar a paróquia N. Sra. do Carmo, em Belmonte-BA, onde iniciei meu ministério sacerdotal. Saudades, Deus os abençoe! Nesse dia haverá na Paróquia N. Sra. do Rocio o Sarau da Legio Mariae.
            Em comunhão ao Santo padre, Papa Francisco, juntos aos membros do Apostolado da Oração, somos interpelados nesse mês para rezarmos “pelos nossos irmãos que se afastaram da fé, para que, através da nossa oração e do nosso testemunho evangélico, possam redescobrir a proximidade do Senhor misericordioso e a beleza da vida cristã. Como desafios ele nos convida a: – Rezar pelos que se afastaram da fé, para que o seu coração se abra aos apelos do Pai de Misericórdia. – Refletir pessoalmente se estamos a dar um testemunho coerente de vida segundo o Evangelho, marcado pela misericórdia e pela alegria. – Proporcionar um momento de reflexão na paróquia sobre modos concretos de falar da fé a quem esteja afastado da Igreja. 
Aproveitamos para agradecer a todos os paroquianos do Rocio, em especial as pastorais do Dízimo e da Catequese, pela realização de nossa festa junina, ocorrida no último dia 24, solenidade de São João Batista. Devido a que recordamos: além de Portugal, a tradição veio de outros países europeus cristianizados dos quais são oriundas as comunidades de imigrantes, chegadas a partir de meados do século XIX. Ainda antes, porém, a festa já havia sido trazida ao Brasil pelos portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras. Lembramos que se aproxima agosto, mês das vocações. Para lá estamos planejando um encontro de casais na semana da família, A FAMÍLIA É BERÇO DE TODA VOCAÇÃO. Até lá!

Frei Antoniel,MsS