Caros filhos que, pelo meu Sagrado Sacerdócio, Deus me confiou,
iniciamos o mês mais bonito talvez do ano, o mês de maio, também chamado
popularmente de mês das noivas e cristãmente, mês de Maria, aquela que Deus
escolheu e elegeu para ser a Mãe de seu Filho – a Mãe e Serva do Rocio, das
Dores, Senhora de todas as Graças, há trezentos anos, Aparecida a uns dos
menores de seus filhos – pescadores, como a Mãe de negra cor, denunciando o
grande mal que pungia em solo brasileiro. Na Paróquia da Senhora do Rocio
abrimos o mês celebrando nosso co-padroeiro São José Operário, padroeiro dos
trabalhadores e dos desempregados.
Na comunhão com o nosso Papa Francisco, rezemos nas suas
intenções pela evangelização: pelos cristãos na África, para que deem um
testemunho profético de reconciliação, de justiça e de paz, à imagem de Jesus
Misericordioso e em ação de graças pela sua visita com bom êxito como
missionário da paz ao Egito, acolhamos seus desafios propostos para esse mês: -
rezar pelos cristãos em África, para que sejam testemunhas da paz e da
reconciliação, depois de tempos de guerra entre grupos e países; – na vida
pessoal, procurar situações em que não se está em paz com alguém e procurar
reconciliar-se com essa pessoa; – procurar conhecer, dar a conhecer e apoiar
instituições que trabalham na reconciliação entre povos, nos países que estão
ou estiveram em guerra.
De dez a treze, nós paroquianos da Mãe das Dores, estaremos em
comunhão com os 100 anos da aparição da Virgem de Fátima, celebrando um tríduo
festivo em preparação a memória festiva centenária. Nossa Senhora de Fátima teve origem na
cidade de Fátima, uma cidade de Portugal onde três meninos, Lucia de Jesus
Santos, com 10 anos e seus primos Francisco Martos de 9 anos e Jacinta
Martos de 7 anos, tiveram a visão de Nossa Senhora.
Aconteceu no ano de 1917. Sete aparições de Nossa Senhora aos
três meninos, sempre no dia 13 de cada mês. A primeira foi no dia 13 de maio.
Lucia via e conversava com Nossa Senhora de Fátima. Francisco só via e não
ouvia os diálogos. Jacinta via e ouvia, mas não falou com Nossa Senhora de
Fátima.
Já nós, paroquianos da Mãe do Rocio – orvalho da manhã temos a
festa de Santa Rita de Cássia, na mesma comunidade, de dezenove a vinte e dois.
Rita beatificada no ano 1627, em Roma, pelo Papa Urbano Vlll e canonizada no ano de 1900, no dia
24.05, pelo Papa Leão Xlll.
Mês de graça e bênção
por parte da Mãe Aparecida nas duas paróquias – no Rocio recebemos a sua imagem
no dia 21 na Missa das 19h e permanece conosco, com uma intensa programação,
até o próximo domingo dia 28, estando presente na segundo congresso Mariano,
após ter estado no Café Mariano, no sábado 27; - na Mãe das Dores, a imagem de
Aparecida chega dia 29 e aí permanece até quarta-feira 31, festa de sua
Visitação, concluindo o mês com chave de ouro.
Pedimos vossas orações
pelas vocações sacerdotais, em especial pelos diáconos Frei Lyon,MsS e Emerson
que serão ordenados presbíteros no dia 27, em Guaratinga-Ba e Rebouças-Pr,
respectivamente.
A paróquia da Mãe do
Rocio encerra o mês de maio acolhendo o clero do Setor Catedral para sua
reunião ordinária com a presença do senhor bispo diocesano Dom Agenor. E no dia
primeiro de junho, vamos as duas paróquias, a partir das 18:15h saindo do Rocio
entregar a Mãe de Aparecida à paróquia são Judas Tadeu com uma bonita carreata!
Até mês que vem!

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