segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Pastoral familiar tem encontro especial

No último domingo, 22.11, a pastoral familiar de nossa paróquia teve um encontro a fim de refletir sobre os desafios que a Família está exposta, como: o desemprego, a doença, o luto, as drogas, a falta de tempo entre marido e mulher, dos pais para com os filhos e de todos para com Deus, e assim elevar até o Pai Celeste o nosso clamor pela família célula mater da sociedade, para que ela seja realmente dom e compromisso, casa e escola de comunhão. Fonte de onde emanam os valores cristãos que são pilares indispensáveis na edificação de toda pessoa humana, segundo o projeto do Criador. Pois é da Família que tudo brota, é nela que o homem aprende a dar seus primeiros passos de cristão para depois vivenciar numa comunidade.
Mediante o questionamento “A família como vai? Meu irmão venha e responda, quem pergunta é o Pai a verdade não esconda. Eis quem veio participar deste encontro:



Agradecemos-te Senhor, por estarmos em tua Santíssima presença. Por acolher nossas famílias, orientar com Vossa Palavra, e nos animar com a Eucaristia. Agradecemos por ajudar as nossas famílias a serem reflexo da Sagrada Família de Nazaré, verdadeiras fontes de amor e vida.
Agradecemos-te Senhor pelos nossos sacerdotes, que se dedicam à nobre causa da família. Confortai-os e ajudai-os sempre! Obrigado porque em cada um deles nossas famílias podem encontrar o conselho, conforto e o carinho de pai que nos orienta na nossa vida conjugal e familiar.
Agradecemos-te Senhor por todos os agentes de Pastorais, movimentos e associações e serviços de nossa Diocese que no espírito da Renovação Paroquial se empenham em viver a unidade como Pastoral de Conjunto, levando às nossas famílias a esperança e defendendo a vida em todas as sua etapas. 
Como é bom ter a minha família, como é bom!/ Vale a pena vender tudo o mais para poder comprar./ Esse campo que esconde um tesouro, que é puro dom,/ é meu ouro, meu céu, minha paz, minha vida, meu lar.
Além das relações de trabalho, é preciso tempo para também cultivar as relações familiares, sociais, religiosas e de amizades. Entretanto, os ritmos de trabalho estabelecidos pela economia consumista, limitam até quase anular, especialmente no caso de certas profissões, os espaços de convivência, sobretudo em família.

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