No último domingo, 22.11, a pastoral familiar de nossa paróquia
teve um encontro a fim de refletir sobre os desafios que a Família está
exposta, como: o desemprego, a doença, o luto, as drogas, a falta de tempo
entre marido e mulher, dos pais para com os filhos e de todos para com Deus, e
assim elevar até o Pai Celeste o nosso clamor pela família célula mater da sociedade, para que ela seja
realmente dom e compromisso, casa e escola de comunhão. Fonte de onde emanam os
valores cristãos que são pilares indispensáveis na edificação de toda pessoa
humana, segundo o projeto do Criador. Pois é da Família que tudo brota, é nela
que o homem aprende a dar seus primeiros passos de cristão para depois
vivenciar numa comunidade.
Mediante o questionamento “A família como vai? Meu irmão venha e
responda, quem pergunta é o Pai a verdade não esconda. Eis quem veio participar
deste encontro:
Agradecemos-te Senhor, por estarmos em tua Santíssima presença.
Por acolher nossas famílias, orientar com Vossa Palavra, e nos animar com a
Eucaristia. Agradecemos por ajudar as nossas famílias a serem reflexo da
Sagrada Família de Nazaré, verdadeiras fontes de amor e vida.
Agradecemos-te Senhor pelos nossos sacerdotes, que se dedicam à
nobre causa da família. Confortai-os e ajudai-os sempre! Obrigado porque em
cada um deles nossas famílias podem encontrar o conselho, conforto e o carinho
de pai que nos orienta na nossa vida conjugal e familiar.
Agradecemos-te Senhor por todos os agentes de Pastorais,
movimentos e associações e serviços de nossa Diocese que no espírito da
Renovação Paroquial se empenham em viver a unidade como Pastoral de Conjunto,
levando às nossas famílias a esperança e defendendo a vida em todas as sua
etapas.
Como é bom ter a
minha família, como é bom!/ Vale a pena vender tudo o mais para poder comprar./
Esse campo que esconde um tesouro, que é puro dom,/ é meu ouro, meu céu, minha
paz, minha vida, meu lar.
Além das relações de trabalho, é preciso tempo para também
cultivar as relações familiares, sociais, religiosas e de amizades. Entretanto,
os ritmos de trabalho estabelecidos pela economia consumista, limitam até quase
anular, especialmente no caso de certas profissões, os espaços de convivência,
sobretudo em família.


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