segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
Paróquia do Rocio acolhe novo Vigário
Na Missa das 19h do último dia 29 de janeiro em nossa Igreja Matriz, nosso bispo diocesano Dom Agenor Girardi,MSC fez a apresentação do nosso mais novo vigário, Frei Cristóvão Carvalho,MsS na presença do diácono Marcos Vinícius e nosso pároco Frei Antoniel,MsS.
Ganhadores da Rifa
Luiz Gonçalves: kit doméstico
Leoni Stapin: carneiro
João Paulo: batedeira
Maria Vitoria: leitão
Jacqueline Nestor: bíblia
DEUS ABENÇOE E ILUMINE A TODOS QUE COLABORARAM NAS VENDAS E PARABÉNS AOS GANHADORES. NOSSA SENHORA DO ROCIO INTERCEDA POR VÓS!
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
APRESENTAÇÃO DO NOVO VIGÁRIO
CONVIDAMOS A TODOS PARA A MISSA DE APRESENTAÇÃO DO NOSSO VIGÁRIO, FREI CRISTÓVÃO,MsS NO PRÓXIMO DOMINGO, 29.01 ÀS 19H PRESIDIDA PELO NOSSO BISPO DIOCESANO DOM AGENOR GIRARDI,MSC
sábado, 21 de janeiro de 2017
Encontro com os MECEs
A Virgem Maria, desde a encarnação do Verbo, está unida ao mistério da Eucaristia.
http://blog.cancaonova.com/tododemaria/maria-a-mulher-eucaristica/
A
Virgem Maria é chamada de “mulher eucarística” pela sua proximidade com
Jesus Eucarístico. Esta reflexão será feita a partir do pensamento do
Papa João Paulo II, expresso no documento “A Eucaristia: fonte e ápice
da vida e da missão da Igreja”, Instrumentum laboris, de 7 de julho, do Sínodo dos Bispos no Ano da Eucaristia em 2005.
Saiba a ligação entre a Virgem Maria e a Eucaristia e o que esta tem a ver com nossas vidas.
João Paulo II, cujo pensamento em relação a Maria está intimamente ligado com a consagração total a Santíssima Virgem,
foi quem deu início ao “Ano da Eucaristia”, que foi um tempo de muito
rico para a Igreja. O Documento do qual tratamos, certamente inspirado
nas palavras e no pensamento de João Paulo, que havia falecido a pouco
mais de três meses, nos recorda as palavras de Santo Ireneu, que dizia:
“A Eucaristia é o resumo e a suma da nossa fé”. Na Eucaristia vemos a
realização da aliança com Deus, a aliança da fé, da qual o homem precisa
para viver. “Se não acreditardes, não vos mantereis firmes” (Is 7,9b). A
Eucaristia é a nova e eterna aliança, que Jesus Cristo nos deixou no
Sacramento do seu Corpo e do seu Sangue. Na Eucaristia, pela fé
reconhecemos e acolhemos Jesus Cristo como num encontro, no qual nos
envolvemos totalmente, como “Maria, modelo de fé plenamente realizada”.
A Eucaristia é o centro da liturgia, na qual
está “presente a Trindade, adorada eternamente por Maria e pelos anjos
que servem a Deus, oferecendo-nos um modelo do serviço”. Deus também é
adorado pelos santos e justos, que estão na sua presença, intercedendo
por nós e pelas almas do purgatório. Dessa forma, a Igreja se manifesta
como família de Deus, que está diante do Senhor em adoração, mas, ao
mesmo tempo, está voltada para aqueles que ainda não alcançaram a
salvação. Dentre aqueles que estão diante de Deus, a Virgem Maria ocupa
um lugar privilegiado pois cremos, com o Papa Leão XIII, que ela é a
mediadora de todas as graças.
Em conformidade com o pensamento do Papa
João Paulo II, afirma-se que: “Entre todos os santos, a Santíssima
Virgem Maria resplandece como modelo de santidade e de espiritualidade
eucarística”. A Tradição da Igreja atesta que o nome de Maria é
recordado com veneração nas orações da Santa Missa, principalmente nas
Igrejas Orientais católicas. Maria está tão ligada ao mistério
eucarístico que, na Encíclica Ecclesia de Eucharistia, João
Paulo II a chamou de “Mulher eucarística”. Em Maria se realiza a relação
entre a Mãe e o Filho de Deus, que recebeu seu Corpo e Sangue da
Virgem. Nela se realiza também a íntima relação que une a Igreja e a
Eucaristia, pois Maria é modelo e figura da Igreja, cuja vida e missão
tem a fonte e o ápice no Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Maria viveu em espírito eucarístico antes da
instituição do Sacramento, pois ofereceu o seu seio virginal para a
encarnação do Verbo. “Durante nove meses, foi o tabernáculo vivo de
Deus”.
Ela realizou um gesto eucarístico e eclesial, ao apresentar o
Menino Jesus aos pastores, aos magos e ao Sumo Sacerdote no Templo.
Ofereceu o Fruto bendito do seu ventre ao Povo de Deus e aos gentios,
para que O adorassem e O reconhecessem como Messias. A Virgem Mãe, aos
pés da cruz, participou dos sofrimentos do seu Filho. Depois, acolheu o
Senhor morto nos braços e colocou-O na sepultura, como “semente secreta
de ressurreição e de vida nova para a salvação do mundo”. A presença de
Maria no Pentecostes, na efusão do Espírito Santo, primeiro dom do
Senhor ressuscitado à Igreja nascente, foi também uma oferta de natureza
eucarística e eclesial.
A Virgem Maria, Mãe de Deus que, deu a sua
carne imaculada ao Filho de Deus, estabeleceu para sempre uma relação
exclusiva com o Mistério eucarístico. “Em Maria, a mulher eucarística
por excelência, a Igreja contempla, não só o seu modelo mais perfeito,
mas também a realização antecipada do ‘novo céu’ e da ‘nova terra’, que a
criação inteira espera com fervoroso anseio”.
Maria é a mulher eucarística, que gerou o
Corpo e o Sangue de Cristo. Por isso, como membros do Corpo de Cristo,
que é a Igreja, somos também formados no ventre virginal de Maria. Nesse
processo de formação, a consagração a Nossa Senhora tem particular
importância, pois nos conforma a Jesus Cristo de forma mais plena. Nos
faz participar melhor dos sacramentos, principalmente o da Eucaristia,
que é a fonte e o ápice da vida e da missão da Igreja. A Maria, a mulher
eucarística, somos chamados a nos consagrar inteiramente e a invocar
sua intercessão, para que sejamos fiéis a missão que nos foi confiada
por Cristo, para a maior glória de Deus e para a salvação dos homens e
do mundo.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
Por que não posso acreditar em superstição?
Por que não posso acreditar em superstição?
19/07/2016
A palavra “superstição” vem do latim superstitionem,
vocábulo cuja origem até hoje é controvertida, embora seja consenso de
que o prefixo super (acima) refira-se aos poderes que estão acima dos
homens. Superstição poderia ser então acreditar em forças que estão
acima da natureza e, nesse conceito, a religião seria uma forma de
superstição. No entanto, superstição significa acreditar em forças e
realidades mágicas, sem qualquer fundamento racional. Dessa forma, fé e
superstição, embora sejam realidades aparentemente próximas, são bem
distintas. A confusão é grande, por isso o Catecismo da Igreja Católica
coloca a superstição como um pecado contra a fé, “um excesso perverso
contra a religião” (CIC 2110).
Crer significa acreditar em algo que minha razão mesmo não observou, mas, que pela palavra de alguém fidedigno, eu acredito. Crer não significa dar razão a algo irracional, mas a algo que, embora minha razão não tenha alcançado por si mesma, é coerente com a razão.
A fé sobrenatural, dom de Deus, capacita-nos a acreditar e viver as realidades sobrenaturais, que por serem espirituais, não deixam de ser reais. O cristão tem fé, porque “crê em Deus, em tudo o que Ele disse e nos revelou” (CIC 1814).
Uma forma grave de superstição é um certo fanatismo religioso; e nós, católicos, tantas vezes caímos nessa tentação. Os sacramentos e sacramentais, por usarem de sinais sensíveis como gestos, objetos (água, óleo, imagens, medalhas etc) e ritos, são muitas vezes confundidos e explorados de forma supersticiosa. O Catecismo, no parágrafo 2111, explica que atribuir eficácia sobrenatural aos materiais e sinais, independentemente da disposição do fiel, é superstição. Ou seja, se o fiel atribui um poder mágico a imagem ou a medalha, por exemplo, como se ela fosse fonte de graça e poder, independente de Deus e da fé da pessoa, isso configura uma superstição.
O mais grave é que a superstição é uma forma de idolatria, conforme nos indica o Catecismo no parágrafo 2138. Idolatria consiste em divinizar o que não é Deus. É quando o homem presta honra e veneração a uma criatura no lugar de Deus (cf. CIC 2113). A idolatria é uma pecado que fere gravemente o primeiro mandamento, que é “ Amarás o Senhor teu Deus de todo o coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento”. A idolatria é fortemente combatida em vários textos da Escritura como ICor 6,9; ICor 10,7; Ef 5,5; Ap 21,8. Sem dúvida, a idolatria é uma porta aberta para a ação do maligno na vida de uma pessoa, sendo muitas vezes causa de opressões, obsessões e até possessões do demônio.
A verdade é que o cristão não precisa de amuletos, astros e mágicas. “Quem nos condenará?” – provoca o Apóstolo, “ Cristo Jesus, que morreu, ou melhor, que ressuscitou, que está à direita de Deus, é quem intercede por nós” (Rm 8, 34). Quem verdadeiramente crê em Cristo tem tudo de que necessita para ser feliz.
Crer significa acreditar em algo que minha razão mesmo não observou, mas, que pela palavra de alguém fidedigno, eu acredito. Crer não significa dar razão a algo irracional, mas a algo que, embora minha razão não tenha alcançado por si mesma, é coerente com a razão.
A fé sobrenatural, dom de Deus, capacita-nos a acreditar e viver as realidades sobrenaturais, que por serem espirituais, não deixam de ser reais. O cristão tem fé, porque “crê em Deus, em tudo o que Ele disse e nos revelou” (CIC 1814).
Crendices
Na superstição, ao contrário, a pessoa acredita em objetos, gestos e rituais mágicos. Não é adesão a uma autoridade superior (Deus) e Sua revelação, mas a “crendices” surgidas no meio povo, como sair de casa com pé direito para ter sorte, nunca passar debaixo de uma escada, não ter espelho quebrado em casa, porque dá azar etc. Geralmente, essas crendices supersticiosas expressam medos e inseguranças corriqueiras, mas, às vezes, tomam forma de ocultismo como na magia, adivinhação e feitiçaria, proibidos pela Sagrada Escritura (cf. 2Rs 21,6; Is 2,6), e de astrologia, prática também abominada por Deus (cf. Dt 4,19).Uma forma grave de superstição é um certo fanatismo religioso; e nós, católicos, tantas vezes caímos nessa tentação. Os sacramentos e sacramentais, por usarem de sinais sensíveis como gestos, objetos (água, óleo, imagens, medalhas etc) e ritos, são muitas vezes confundidos e explorados de forma supersticiosa. O Catecismo, no parágrafo 2111, explica que atribuir eficácia sobrenatural aos materiais e sinais, independentemente da disposição do fiel, é superstição. Ou seja, se o fiel atribui um poder mágico a imagem ou a medalha, por exemplo, como se ela fosse fonte de graça e poder, independente de Deus e da fé da pessoa, isso configura uma superstição.
Por que a superstição é tão ruim?
Primeiro, porque “é um desvio do sentimento religioso e das práticas que se lhe impõem” (CIC 2111). Ou seja, a superstição gera na pessoa uma religiosidade deformada. Outro problema é que muitas vezes leva a uma nociva dependência psicológica e social de coisas efêmeras, firmando na pessoa fragilidades psicológicas como o medo e a insegurança.O mais grave é que a superstição é uma forma de idolatria, conforme nos indica o Catecismo no parágrafo 2138. Idolatria consiste em divinizar o que não é Deus. É quando o homem presta honra e veneração a uma criatura no lugar de Deus (cf. CIC 2113). A idolatria é uma pecado que fere gravemente o primeiro mandamento, que é “ Amarás o Senhor teu Deus de todo o coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento”. A idolatria é fortemente combatida em vários textos da Escritura como ICor 6,9; ICor 10,7; Ef 5,5; Ap 21,8. Sem dúvida, a idolatria é uma porta aberta para a ação do maligno na vida de uma pessoa, sendo muitas vezes causa de opressões, obsessões e até possessões do demônio.
A verdade é que o cristão não precisa de amuletos, astros e mágicas. “Quem nos condenará?” – provoca o Apóstolo, “ Cristo Jesus, que morreu, ou melhor, que ressuscitou, que está à direita de Deus, é quem intercede por nós” (Rm 8, 34). Quem verdadeiramente crê em Cristo tem tudo de que necessita para ser feliz.
André L.
Botelho de Andrade é casado e pai de três filhos. Com formação em
Teologia e Filosofia Tomista, Andrade é fundador e moderador, in http://www.igrejadesantoantonio.com.br/
CONFRATERNIZAÇÃO DA PASTORAL DO DÍZIMO
Na noite de ontem (15/01) estiveram reunidos os membros da Pastoral do
Dízimo para uma confraternização juntos ao pároco Frei Antoniel,MsS e vigário Frei José Romão,MsS. O encontro iniciou com a
celebração na Igreja Matriz Nossa Senhora do Rocio, onde se deu o sorteio para os aniversariantes dizimistas do mês. Em seguida, no intuito de sempre ressaltar que o dízimo e as ofertas não são impostos ou taxas, mas uma expressão de gratidão e amor, dirigimo-nos à casa da Sra. Cecília Zeizer, onde um jantarzinho regado a xixo nos aguardava. A coordenadora Sra. Rosa Reolon aproveitou a oportunidade para agendar uma data para realizarem uma pastelada no intuito de reformarem a sala do dízimo. Foi também repassado a cada membro uma mensagem/reflexão sobre o dízimo que deverá ser partilhada na reunião mensal da equipe.
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