terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Primeira sexta-feira quaresmal
Iniciamos nessa primeira sexta-feira quaresmal nossa Via-Sacra junto a nosso Senhor Jesus, com a celebração da Santa Missa às 6h, e alegramo-nos, pois nossos paroquianos responderam ao chamado da Mãe Igreja, quase 100 fiéis, junto à comunidade religiosa adentrando o "deserto" dispostos a superar as tentações tal qual Jesus.
Na Homilia, frei Romão,MsS desafiou-nos a intentarmos nessa quaresma a vencer ao menos uma das tentações que nos têm tomado em nosso peregrinar!
A verdadeira Quaresma com os quarenta dias de jejum e abstinência de carne, data do início do século IV, e acredita-se que, para essa instituição, tenham influído o catecumenato e a disciplina da penitência pública.
O jejum consistia originariamente numa única refeição tomada à tardinha; por volta do século XV tornou-se uso comum o almoço ao meio-dia. Com o correr dos tempos, verificou-se que era demasiado penosa a espera de vinte e quatro horas; foi-se por isso introduzindo o uso de se tomar alguma coisa à tarde, e logo mais também pela manhã, costume que vigora ainda hoje. O jejum atual, portanto, consiste em tomar uma só refeição diária completa, na hora de costume: pela manhã, ao meio-dia ou à tarde, com duas refeições leves no restante do dia.
A Igreja prescreve, além do jejum, também a abstinência de carne, que consiste em não comer carne ou derivados, em alguns dias do ano, que variam conforme determinação dos bispos locais.
O jejum consistia originariamente numa única refeição tomada à tardinha; por volta do século XV tornou-se uso comum o almoço ao meio-dia. Com o correr dos tempos, verificou-se que era demasiado penosa a espera de vinte e quatro horas; foi-se por isso introduzindo o uso de se tomar alguma coisa à tarde, e logo mais também pela manhã, costume que vigora ainda hoje. O jejum atual, portanto, consiste em tomar uma só refeição diária completa, na hora de costume: pela manhã, ao meio-dia ou à tarde, com duas refeições leves no restante do dia.
A Igreja prescreve, além do jejum, também a abstinência de carne, que consiste em não comer carne ou derivados, em alguns dias do ano, que variam conforme determinação dos bispos locais.
No Brasil são dias de jejum e abstinência a quarta-feira de cinzas e a sexta-feira santa. Por determinação do episcopado brasileiro, nas sextas-feiras do ano (inclusive as da Quaresma, exceto a Sexta-feira Santa) fica a abstinência comutada em outras formas de penitência.
Praticar a abstinência é privar-se de algo, não só de carne. Por exemplo, se temos o hábito diário de assistir televisão, fumar, etc, vale o sacrifício de abster-se destes itens nesses dias. A obrigação de se abster de carne começa aos 15 anos. A obrigação de jejuar, limitando-se a uma refeição principal e a duas mais ligeiras no decurso do dia, vai dos 21 aos 59 anos. Quem está doente (isto também vale para as mulheres grávidas) não está obrigado a jejuar.
“Todos pecamos, e todos precisamos fazer penitência”, afirma São Paulo. A penitência é uma virtude sobrenatural intimamente ligada à virtude da justiça, que “dá a cada um o que lhe pertence”: de fato, a penitência tende a reparar os pecados, que são ultrajes a Deus, e por isso dívidas contraídas com a justiça divina, que requer a devida reparação e resgate. Portanto, a penitência inclina o pecador a detestar o pecado, a repará-lo dignamente e a evitá-lo no futuro.
A obrigatoriedade da penitência nasce de quatro motivos principais, a saber:Praticar a abstinência é privar-se de algo, não só de carne. Por exemplo, se temos o hábito diário de assistir televisão, fumar, etc, vale o sacrifício de abster-se destes itens nesses dias. A obrigação de se abster de carne começa aos 15 anos. A obrigação de jejuar, limitando-se a uma refeição principal e a duas mais ligeiras no decurso do dia, vai dos 21 aos 59 anos. Quem está doente (isto também vale para as mulheres grávidas) não está obrigado a jejuar.
“Todos pecamos, e todos precisamos fazer penitência”, afirma São Paulo. A penitência é uma virtude sobrenatural intimamente ligada à virtude da justiça, que “dá a cada um o que lhe pertence”: de fato, a penitência tende a reparar os pecados, que são ultrajes a Deus, e por isso dívidas contraídas com a justiça divina, que requer a devida reparação e resgate. Portanto, a penitência inclina o pecador a detestar o pecado, a repará-lo dignamente e a evitá-lo no futuro.
1º - Do dever de justiça para com Deus, a quem devemos honra e glória, o que lhe negamos com o nosso pecado;
2º- da nossa incorporação com Cristo, o qual, inocente, expiou os nossos pecados; nós, culpados, devemos associar-nos a ele, no Sacrifício da Cruz, com generosidade e verdadeiro espírito de reparação.
3º- Do dever de caridade para com nós mesmos, que precisamos descontar as penas merecidas com os nossos pecados e que devemos, com o sacrifício, esforçar-nos por dirigir para o bem as nossas inclinações, que tentam arrastar-nos para o mal;
4º- do dever de caridade para com o nosso próximo, que sofreu o mau exemplo de nossos pecados, os quais, além disso, lhe impediram de receber, em maior escala, os benefícios espirituais da Comunhão dos Santos.
Vê-se daí quão útil para o pecador aproveitar o tempo da Quaresma para multiplicar suas boas obras, e assim dispor-se para a conversão.
Segundo os Santos Padres, a Quaresma é um período de renovação espiritual, de vida cristã mais intensa e de destruição do pecado, para uma ressurreição espiritual, que marque na Páscoa o reinício de uma vida nova em Cristo ressuscitado.
A Quaresma tem por escopo primordial incitar-nos à oração, à instrução religiosa, ao sacrifício e à caridade fraterna. Recomenda-se por isso a freqüência às pregações quaresmais, a leitura espiritual diária, particularmente da Paixão de Cristo, no Evangelho ou em outro livro de meditação.
O jejum e abstinência de carne se fazem para que nos lembremos de mortificar os nossos sentidos, orientando-os particularmente ao sincero arrependimento e emenda de nossos pecados.
A caridade fraterna — base do Cristianismo — inclui a esmola e todas as obras de misericórdia espirituais e corporais.
2º- da nossa incorporação com Cristo, o qual, inocente, expiou os nossos pecados; nós, culpados, devemos associar-nos a ele, no Sacrifício da Cruz, com generosidade e verdadeiro espírito de reparação.
3º- Do dever de caridade para com nós mesmos, que precisamos descontar as penas merecidas com os nossos pecados e que devemos, com o sacrifício, esforçar-nos por dirigir para o bem as nossas inclinações, que tentam arrastar-nos para o mal;
4º- do dever de caridade para com o nosso próximo, que sofreu o mau exemplo de nossos pecados, os quais, além disso, lhe impediram de receber, em maior escala, os benefícios espirituais da Comunhão dos Santos.
Vê-se daí quão útil para o pecador aproveitar o tempo da Quaresma para multiplicar suas boas obras, e assim dispor-se para a conversão.
Segundo os Santos Padres, a Quaresma é um período de renovação espiritual, de vida cristã mais intensa e de destruição do pecado, para uma ressurreição espiritual, que marque na Páscoa o reinício de uma vida nova em Cristo ressuscitado.
A Quaresma tem por escopo primordial incitar-nos à oração, à instrução religiosa, ao sacrifício e à caridade fraterna. Recomenda-se por isso a freqüência às pregações quaresmais, a leitura espiritual diária, particularmente da Paixão de Cristo, no Evangelho ou em outro livro de meditação.
O jejum e abstinência de carne se fazem para que nos lembremos de mortificar os nossos sentidos, orientando-os particularmente ao sincero arrependimento e emenda de nossos pecados.
A caridade fraterna — base do Cristianismo — inclui a esmola e todas as obras de misericórdia espirituais e corporais.
Quais são as Obras de Misericórdia?
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Corporais
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Espirituais
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| 1. Dar de comer a quem tem fome. 2. Dar de beber a quem tem sede. 3. Vestir os nus 4. Dar pousada aos peregrinos 5. Assistir aos enfermos. 6. Visitar os presos. 7. Enterrar os mortos. | 1. Dar bom conselho. 2. Ensinar os ignorantes. 3. Corrigir os que erram. 4. Consolar os tristes. 5. Perdoar as injúrias. 6. Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo. 7. Rogar a Deus por vivos e defuntos. |
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016
Nossa paróquia da Senhora do Rocio, em União da Vitória-PR dá início
ao tempo quaresmal com abertura da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016 com
três Missas solenes. Às 16h o vigário frei José Romão,MsS presidiu a primeira
Missa na Matriz e à noite, às 19:30h a Matriz acolheu com alegria o bispo
diocesano Dom Agenor Girardi,MSC que presidiu a Santa Missa e, em paralelo,
frei Antoniel,MsS – o pároco – presidia a terceira Missa na capela Santa Rita
de Cássia junto às capelas São Gabriel e Santa
Luzia. Nas três ocasiões foi recordado a todos que “do pó viemos e ao pó
retornaremos” interpelando-os a que “convertei-vos e crede no Evangelho”.
Nas
três Missas foi inaugurada na paróquia a
Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016 que neste ano traz como tema: “Casa Comum, nossa responsabilidade” e lema: “Quero
ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”
(Am 5,24) e que tem por objetivo geral: assegurar o direito ao saneamento básico para todas
as pessoas e empenharmo-nos, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes
responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum. A mesma
Campanha tem como objetivos específicos:
1. Unir
igrejas, diferentes expressões religiosas e pessoas de boa vontade na promoção
da justiça e do direito ao saneamento básico;
2. Estimular
o conhecimento da realidade local em relação aos serviços de saneamento básico;
3. Incentivar
o consumo responsável dos dons da natureza, principalmente da água;
4. Apoiar
e incentivar os municípios para que elaborem e executem o seu Plano de
Saneamento Básico;
5. Acompanhar
a elaboração e a excussão dos Planos Municipais de Saneamento Básico;
6. Desenvolver
a consciência de que políticas públicas na área de saneamento básico apenas
tornar-se-ão realidade pelo trabalho e esforço em conjunto;
7. Denunciar
a privatização dos serviços de saneamento básico, pois eles devem ser política
pública como obrigação do Estado;
8. Desenvolver
a compreensão da relação entre ecumenismo, fidelidade à proposta cristã e
envolvimento com as necessidades humanas básicas.
No do Brasil a quaresma ela começa na Quarta-Feira de Cinzas, e termina
na Quinta-Feira Santa. A Igreja considera que são 40 dias, mas o calendário
litúrgico não inclui os domingos nesta conta, razão pela qual sua duração é de
47 dias corridos. E por
que 40 dias? O número remete a numerosos episódios bíblicos: os
40 dias do dilúvio, os 40 anos em que o povo judeu vagou pelo deserto, os 40
dias que Moisés passou com Deus no Sinai, e Elias na montanha, os 40 dias de
Jesus no deserto antes de começar sua a vida pública etc..
Aproveitemos este tempo favorável para a verdadeira conversão do
coração, começando a mudar dentro de casa, junto às nossas famílias, para a
glória de Deus Pai!
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
No Ano da Misericórdia, como confessar-se?
Dicas para uma boa Confissão

1. Não tenha medo, pois, a confissão deve ser um ato de amor: Não oculte os pecados graves, mesmo que isto lhe custe sacrifício.
2. Durante o tempo de espera procure fazer um exame de consciência bem feito e reflita à luz de algum texto da Palavra.
3. A confissão não deve ser uma simples rotina, mas a expressão de sincera conversão para que ela tenha valor.
4. Não se preocupe com os pecados esquecidos. Eles ficam perdoados também juntamente com os pecados confessados.
5. Durante a confissão pode-se ficar ajoelhado(a) ou assentado(a), mesmo quem não estiver doente).
6. De início, queira dizer quando foi a sua última confissão individual.
7. Não fale pecados de outras pessoas. A confissão é sua.
8. Não perca tempo com detalhes e comentários desnecessários. Não cite nomes de pessoas.
9. Procure esclarecer suas dúvidas.
10. O ato de Contrição seja rezado na Capela, logo em seguida. Se você não o sabe , peça um modelo.
11. A penitência dada pelo confessor deve ser cumprida, caso contrário , a pessoa não poderá fazer outra confissão até que isto aconteça.
12. Depois da confissão, louve e agradeça a Deus pelo perdão recebido.
" Feliz aquele cuja culpa foi cancelada e cujo pecado foi perdoado"(Sl32,1)
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Missa de encerramento da Vida Consagrada
Neste dia 02 de fevereiro dom Agenor Girardi,MSC, nosso bispo diocesano presidirá a Missa de encerramento do Ano da Vida Consagrada em nossa paróquia, na ocasião, celebra seu aniversário natalício junto aos religiosos e paroquianos. Abaixo temos algumas considerações do Papa Francisco sobre a Vida Religiosa
O Papa recebeu hoje, 01.02, cerca
de 5 mil consagrados e consagradas no Vaticano, na reta final do ano que a
Igreja lhes dedicou, apresentado três “pilares” para a sua vida, a “profecia,
proximidade e esperança”.
Francisco deixou de lado o discurso que tinha preparado e falou de
improviso aos participantes no Jubileu da Vida Consagrada, durante um encontro
que durou cerca de uma hora, sublinhando a importância da “proximidade”.
“Homens e mulheres consagradas, não para afastar-me das pessoas e ter todas as comodidades, não: para aproximar-me e compreender a vida dos cristãos e dos não-cristãos, os sofrimentos, os problemas e tantas coisas, tantas coisas que apenas se entendem se um homem ou uma mulher consagrada se tornar próximo, na proximidade”, advertiu.
“Homens e mulheres consagradas, não para afastar-me das pessoas e ter todas as comodidades, não: para aproximar-me e compreender a vida dos cristãos e dos não-cristãos, os sofrimentos, os problemas e tantas coisas, tantas coisas que apenas se entendem se um homem ou uma mulher consagrada se tornar próximo, na proximidade”, advertiu.
O Papa sublinhou que esta forma de vida na Igreja Católica não serve
para subir na “escala social”, não é “um status de vida” que faz olhar os
outros de longe.
“A vida consagrada deve levar à proximidade com as pessoas, proximidade
física, espiritual”, insistiu.
Nesse sentido, Francisco assinalou que cada irmão da comunidade
religiosa é “o primeiro próximo”, advertindo depois contra o “terrorismo” da
maledicência, a que contrapôs a virtude de “dominar a língua”.
A intervenção começou por elogiar a “profecia da obediência”, um dos três votos dos consagrados, uma obediência que não é do estilo “militar”, mas de “doação do coração”.
A intervenção começou por elogiar a “profecia da obediência”, um dos três votos dos consagrados, uma obediência que não é do estilo “militar”, mas de “doação do coração”.
“A profecia é dizer que há algo mais - de mais verdadeiro, maior, melhor
- a que todos somos chamados”, explicou.
O Papa alertou depois “contra a semente da anarquia que o diabo semeia”
e afirmou que “a anarquia da vontade é filha do demônio”.
O pontífice argentino centrou-se depois no tema da esperança, sobretudo
do ponto de vista da crise de vocações: “Contra a desesperança que nos provoca
esta esterilidade, devemos rezar mais”.
“Confesso-vos que me custa muito quando vejo a queda das vocações,
quando tenho de receber os bispos e pergunto quantos seminaristas têm. ‘Quatro,
cinco’. Quando vós, nas vossas comunidades religiosas, masculinas ou femininas,
têm um noviço, uma noviça, duas, e a comunidade envelhece, envelhece,
envelhece”, admitiu.
Face a esta situação, no entanto, o Papa pede que se continuem a
discernir “bem” as vocações dos candidatos à Vida Consagrada.
“É preciso receber com seriedade”, realçou.
Francisco observou em seguida que existe o perigo de “apegar-se ao
dinheiro”.
Na reta final do Ano da Vida Consagrada, o Papa agradeceu a todos os
membros destes institutos, elogiando em particular o compromisso das mulheres
“nos hospitais, nas paróquias, nos bairros, nas missões”.
“O que seria da Igreja se não fossem as irmãs?”, perguntou.
Francisco homenageou ainda os “santos” que “queimaram a sua vida” em
favor dos outros.
“Que o Senhor faça nascer filhos e filhas nas vossas congregações.
E rezai por mim. Obrigado”, concluiu.
O encontro foi introduzido pelo prefeito da Congregação para os
Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica (Santa Sé), o
cardeal brasileiro D. João Braz de Aviz, agradeceu ao Papa pela sua
“proximidade” e disse que este ano foi de redescoberta da “esperança”.
O Ano da Vida Consagrada começou a 29 de novembro de 2014 por iniciativa
do próprio Francisco, primeiro Papa jesuíta da história da Igreja, para
celebrar com toda a Igreja o “dom” desta vocação e “reavivar” a sua “missão
profética”, e conclui-se esta terça-feira, festa litúrgica da Apresentação de
Jesus.
Os membros das congregações religiosas fazem a profissão pública dos
conselhos evangélicos, assumidos por votos ou outros vínculos, vivendo em
comunidade.
7. O que são e o que fazem os “missionários da misericórdia”?
O Papa
Francisco anunciou que enviará padres em todas as dioceses, chamados
“missionários da misericórdia”, os quais poderão celebrar missões pregadas nas
paróquias e despertar o chamado à misericórdia. Além disso, poderão perdoar
pecados muito grandes, como crimes mafiosos, assassinatos cometidos para
enriquecer, bem como o gravíssimo pecado da corrupção.
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